Parque Moinhos de Vento é ponto de encontro de usuários do Pokémon GO
O jogo atrai caçadores a lugares estratégicos, como o “Parcão”, que facilita captura de novos pokémons
Na tarde desta quarta-feira, 17 de agosto, cerca de 30 pessoas se reúnem em torno do Monumento a Castelo Branco no Parque Moinhos de Vento, mais conhecido como Parcão. Às 16 horas adolescentes, jovens e adultos se concentram na tela de seu smartphone.
O estudante de engenharia da computação, Leonardo Tadeu, sai de sua faculdade e se dirige ao Parque Moinhos de Vento diariamente. Como mora perto da praça, aproveita para caçar pokémons em um lugar onde há três pokestops, local que atrai grande número desses personagens. Já Juliane Caliari, microempresária, leva a cachorra para passear no Parcão quase diariamente no intuito de jogar.
“Não sei explicar o porquê a gente joga, mas é um vício, como se fosse Facebook ou Instagram”, relata Juliane. A microempresária joga 7 horas por dia, e aproveita a proximidade de sua casa para ir ao parque.
Gustavo Engel é aluno de cursinho pré-vestibular e, por causa da demanda de atividades extracurriculares vêm ao Parque Moinhos de Vento somente na quarta-feira. No intervalo das aulas, Engel aproveita para jogar Pokémon GO durante 30 minutos. Normalmente ele joga nas imediações de sua casa. O estudante destaca que o que mais chama a atenção dele é a adrenalina que o jogo proporciona, além do perigo que ele pode passar por estar concentrado na tela de seu smartphone.
Pokemón GO foi lançado oficialmente no Brasil há duas semanas, no dia 3. Após 5 dias, o jogo já havia ultrapassado mais de 100 milhões de downloads. Os usuários do game são crianças, jovens e adultos, e tem levado muitos a irem a lugares estratégicos como o Parcão.
