Cenário positivo

Apesar da arte não ser valorizada o suficiente e da realidade difícil dos artistas para se manter no mercado, não podemos anular a existência de programas de qualidade em cursos e graduações nacionais.

Famosas e gabaritadas instituições de música, dança, cinema e outras áreas, já tem incluído em suas grades diversas iniciativas para garantir oportunidade aqueles que gostam, tem interesse e vocação no meio artístico. Entre elas bolsas estudantis, cursos gratuitos, apoio com os custos de instrumentos musicais e acampamentos. Além da participação da instituição com turmas próprias de talentos em eventos nacionais e internacionais. Fator que não só é motivacional, como também expõe todos esses artistas à um cenário real do mercado. Podendo abrir portas para convites, contatos e a projeção de uma carreira.

Para se dar uma olhada: Escola Villa Lobos, Centro de Movimento Débora Colker, Escola de Dança Balleto, Cursos e Grupos da Fundição Progresso, Sesc…

De acordo com o indicador QS World University Rankings de 2017, o Brasil ocupa a 42ª posição na modalidade de Art e Design com a Universidade de São Paulo (USP). Além dessa instituição, ouras seis se classificaram: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Unesp, Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

É um sinal que o país dispõe de ensino, porém mais pode ser feito para ampliar o desempenho acadêmico dessa área.

O rumo natural que é seguido atualmente por alunos de universidade é o cadastramento em programas do governo para intercâmbio ou as próprias alianças entre faculdades. Com durações variantes de três e seis meses à um ano, o aluno pode optar por escolher uma ou mais matérias abrangentes da área que ainda não estão dispostas por aqui. Intercâmbios culturais fornecidos fora do cenário universitário também são freqüentes e fazem parte da didática das escolas habituais.