Antes Sofria. Agora sou Freela…

As primeiras impressões de um freela iniciante

… é, bem; mais ou menos. Num dado momento da minha vida, eu, formado em Letras, resolvi que queria escrever profissionalmente. Para tanto, estabeleci um critério bem simples para saber se alcancei o objetivo. Nada de escrever um livro, ter um conto circulando numa publicação impressa ou mesmo tirar uma HQ do Catarse (todos objetivos futuros). A ideia era simples, ganhar algum dinheiro escrevendo. E passado quase um mês dessa decisão, aqui estou, “oficialmente” redator freelancer.

O primeiro passo para isso foi dar um Google sobre a área e ver o que aparecia de mais generalizado. A palavra que surgiu com mais frequência, ou a que me chamou mais atenção, foi portfólio. Daí busquei modelos de portifas e aos pouquinhos montei um pra mim, no wordpress, mesmo(olhe aqui) — ainda humildão, porque preciso ganhar experiência. A outra coisa que pareceu importante nas minhas pesquisas foi o networking. Nesse momento, não soube exatamente o que fazer, visto que minha vida profissional tem apenas cinco anos de idade: uma criança dentro da sala de aula, literalmente. Não conhecia ninguém que pudesse cogitar a ideia de me pagar para escrever algo.

Vamos bater um papo, chega aqui na minha sala

Nesse momento, maestro Zuckita me ajudou bastante. Ao pesquisar por grupos de redatores no Facebook, encontrei vários. Lá pude me promover, e os jobs vieram. Deixei as notificações dos grupos que mais me interessam ligadas, e pode-se dizer que a rede social virou meu escritório.

É claro que nem tudo é lindo, a inexperiência me custa ainda algum tempo e dinheiro. Mas a internet é maravilhosa, cheia de cursos grátis e tutoriais no Youtube. Enfim, para quem escreve (bem) por hobby, tem um tempinho sobrando e gostaria de fazer um extra… deu certo pra mim.

Dia desses