Comidas em Joinville
Uma das coisas que a gente mais gosta, é sair pra comer. Isso é fato. E viajando não seria diferente.
O plano é viver a vida normalmente, ter a rotina diária, trabalhar, cozinhar e conhecer os lugares. Com isso em mente e pra manter o orçamento o mais enxuto possível, nós dividimos nossa alimentação entre cozinhar nas hospedagens e sair pra comer — quem dera desse só pra comer fora, e passar o mês comendo cada refeição em um restaurante da cidade.
Em Joinville, como ficamos apenas uma semana, não deu pra comer em tantos lugares. Também não conseguimos ir muito pros lados da rua Visconde de Taunay — onde fica o “centro gastronômico” da cidade — porque estávamos hospedados um pouco longe, e iríamos ficar na região na semana seguinte, mas acabamos mudando de cidade.



No dia em que chegamos, já era um pouco tarde, então a maioria dos restaurantes de almoço já estavam fechados, então fomos no BIG perto do hostel e lá dentro tem alguns restaurantes que ficam abertos o dia todo praticamente.
Pastelaria Anita — http://pastelariaanita.com.br/site/
Dentro do BIG nos deparamos com a Pastelaria Anita, uma pastelaria de família da cidade, que pra nossa sorte tinha uma unidade dentro do mercado.
Arrisco em dizer que foi uma das massas de pastel mais gostosas que eu já comi: sequinha (de gordura) mas não quebradiça, combinação no ponto certo.
A coisa mais legal da Pastelaria Anita pra gente, foi que eles vendem o pastel de vento (só massa frita) por um preço bem baratinho, e como o thor é “massariano” foi ótimo, porque ele se encheu de massa de pastel sem ter que ficar tirando o recheio inteiro de dentro e eu paguei bem barato.
O preço é bem em conta, entre R$ 8 e R$ 12 o pastel grande e R$ 3 o pastel de vento. Pra gente valeu muito a pena pegar o combo que custa R$ 10 com o pastel pequeno e R$ 14 com o grande. Durante o almoço eles também servem pratos executivos por R$ 12, mas eu não achei tão apetitoso.
D’Ale Food Truck — https://www.facebook.com/dalefoodtruck
Na noite seguinte, fomos dar uma volta pela região e procurar algum lugar pra comer. Nossa primeira parada foi o D’Ale Food Truck, um truck de dog. Eles tem apenas duas opções de sabores, um dog bem incrementado, e um dog vegetariano.
A gente pegou um dog pra provar, e foi bem interessante, diferente do sabor dos dogs de curitiba. Acabamos não conseguindo provar o vegetariano porque o Thor odiou o dog, deu uma mordida e ficou cospindo tudo de volta. O rapaz do truck até deu um pão pra ele ficar mais feliz hehe.
Nosso Boteco — https://www.facebook.com/Nosso-Boteco-o-Funil-1704646419756593/
Como não conseguimos comer tanto no dog, saimos em busca de mais um lugar, e nos deparamos com o Nosso Boteco. Um lugar com a cara bem simples, mas que surpreendeu.
Como de costume, pegamos uma porção, misto quente pro Thor e pegamos um lanche pra dividir (porque já tinhamos dividido um dog), mas pra nossa surpresa, o lanche veio com uma porção de batatas maior que as porções que geralmente a gente pede separado. Os lanches eram gigantes, e o misto quente era fantástico.
Não era nada gourmet, mas era bem mais saboroso e com ingredientes mais interessantes do que as lanchonetes do gênero geralmente são. E pra complementar, o preço é bem amistoso, todas as comidas — um sanduíche de peito de frango com queijo e salada, acompanhado de fritas, uma porção de linguiça blumenau frita acompanhada de pão e um misto quente — a água com gás do Thor e uma OPA Pale Ale, saiu R$ 59.
The Original Fried Chicken — https://www.facebook.com/pages/OFC-the-Original-Fried-Chicken/217381185342468
No dia seguinte, levamos o Thor pra andar de skate numa pista perto do hostel e passamos umas duas horas lá com ele correndo, escorregando pelo half e tentando descer de pé e sentado. Quando saímos, já estava todo mundo morrendo de fome, então fomos comer em algum lugar.
Nesse mesmo dia, a tarde, tínhamos passado no mercado, e pra nossa sorte estava acontecendo uma degustação de frango frito, então quando pensamos em sair pra comer, o único lugar que eu conseguia pensar era o frango frito.
Nem tenho muito o que comentar sobre. Bem no estilo KFC. O balde maior tinha 1kg, 500g de frango frito e 500g de batata frita, o que foi legal porque comemos o frango e o Thor comeu a batata.
Xande Lanches — https://www.facebook.com/pages/Xande-Buger/266374850043391
No sábado a noite, depois de subir no mirante, visitar o museu do sambaqui e ir na rodoviária comprar as passagens pra próxima cidade, resolvemos comer em um lugar que passamos em frente em algum momento do dia.
Mesmo estando em uma lanchonete, estava querendo mesmo comer uma comida da hora. Então pedi um prato de frango a parmegiana, que pelo cardápio era individual, mas serviu duas pessoas tranquilamente (muito grato ao garçom pela dica de ouro). O Thor, como sempre, comeu um misto quente — aliás, Joinville tem os melhores misto quentes, sérião.
O lugar é bem legal e o atendimento excelente. Comemos bem e pagamos um preço justo. Um pouco mais caro que as outras lanchonetes da cidade, mas bem justo.
Burger na Feira do Príncipe — https://www.joinville.sc.gov.br/eventos/feira-do-principe-em-11062017/
No domingo, fomos dar uma volta na feira do príncipe, ver a banda tocar, e de quebra comer. O Thor e a Cheila comeram uma coxinha gigante de uma barraquinha e eu um burger artesanal, assado na hora na churrasqueira.
Por R$ 13, foi o mais gourmet que comemos em Joinville. Bem top, uma pena que eu não consigo lembrar nem fodendo do nome da hamburgueria.
O resto das refeições foram todas feitas no hostel, e um dia, se eu lembrar, eu posto algumas receitas que fizemos.
Por fim, Joinville tem muitos outros lugares pra comer, e com certeza lugares mais chiques ou mais elaborados do que os que comemos, e com certeza, em uma próxima visita, vamos provar.

