Dia destes escrevi sobre publicações que apaguei por terem sido escritas “na hora da raiva”. E este assunto é impressionante, me persegue constantemente, pois todos os dias o dedo coça.

Segue parte de um texto que também trata disso:

Não seja um incendiário cibernético

por Stephen Altrogge

É muito fácil clicar em “enviar”, “postar”, “tweetar” ou “publicar”. Basta um clique. Um toque na tela. Um “sim” para o Siri. Eu nem preciso pensar muito para fazer. Eu saco uma mensagem e a disparo, como um cowboy em um duelo.

Talvez seja algo engraçado. Talvez seja uma crítica a alguém. Talvez seja um link para um artigo agressivo escrito por algum pastor proeminente. Talvez seja algum gracejo com o presidente.

A Internet tornou fácil ser um incendiário. Tocar fogo no mundo. Ser uma bomba de napalm ambulante. Atravessar o dia espirrando gasolina virtual em tudo e em todos.

[…]

É fácil ser um incendiário na Internet. Nela, é fácil dizer coisas que nunca diríamos diretamente a alguém. O brilho de nossas telas de LCD oferecem um falso senso de segurança e proteção.

Podemos dizer algo sobre alguém sem vermos o efeito que isso tem na pessoa. Podemos criticar alguém sem ver os efeitos danosos e devastadores de nosso criticismo. Podemos postar uma imagem sem ver o quanto essa foto pode ser uma tentação para outras pessoas.

A Internet nos permite dizer o que quer que desejemos sem quaisquer das consequências normais de uma conversa.

Texto Completo & Fonte: reforma21.org


O DOMÍNIO SOBRE A LÍNGUA

‭‭Tiago‬ ‭3:1 – 12‬ ‭NVI‬‬

Todos tropeçamos de muitas maneiras. Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o seu corpo.

Quando colocamos freios na boca dos cavalos para que eles nos obedeçam, podemos controlar o animal todo. Tomem também como exemplo os navios; embora sejam tão grandes e impelidos por fortes ventos, são dirigidos por um leme muito pequeno, conforme a vontade do piloto.

Semelhantemente, a língua é um pequeno órgão do corpo, mas se vangloria de grandes coisas. Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha. Assim também, a língua é um fogo; é um mundo de iniquidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno.

Toda espécie de animais, aves, répteis e criaturas do mar doma-se e tem sido domada pela espécie humana; a língua, porém, ninguém consegue domar. É um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero. Com a língua bendizemos o Senhor e Pai e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.

Da mesma boca procedem bênção e maldição.

Meus irmãos, não pode ser assim! Acaso podem sair água doce e água amarga da mesma fonte? Meus irmãos, pode uma figueira produzir azeitonas ou uma videira figos? Da mesma forma, uma fonte de água salgada não pode produzir água doce.