Por Cássio Aguiar e Cassius Gonçalves

Carlos Kill: campeão mundial por equipe em surf adaptado

Nesta relação de respeito, a força do mar desafia, acolhe e reabilita sem preconceitos

O Brasil saiu campeão do II Campeonato Mundial de Surf Adaptado, realizado de 8 a 11 de dezembro em La Jolla Shores, San Diego, Califórnia, Estados Unidos. Um campeonato onde conta o esforço de cada para-atleta, sendo um deles o capixaba Carlos Kill. As equipes dos Estado Unidos, anfitriões do eventos, e o Chile saíram com as medalhas de prata e bronze, respectivamente, de um total de 22 países participantes.

Este é um campeonato inclusivo, onde os atletas competem em categorias distinguidas pelo tipo de lesão:

  1. AS-1 (em pé/ajoelhado)
  2. AS-2 (em pé/ajoelhado)
  3. AS-3 (vertical)
  4. AS-4 (de bruços)
  5. AS-5 (assistido)
  6. AS-6 (com deficiência visual)

Carlos Kill competiu na categoria AS-4 (Prone) na qual surfa deitado em sua prancha. Todos os atletas, obviamente, possuem um certo grau e assistência na prática de sua modalidade. Neste caso, Kill é levado até a água, mas é hábil para se posicionar para "dropar" a onda, como ele mesmo diz.

Abaixo segue um pouco de nossa conversa com o surfista Carlos Kill e o fotógrafo Thiago Vieira sobre os dias dos campeonato, numa sessão de fotos com imagens exclusivas para TRENDR.

Mais do que participar, foi a realização do sonho de duas pessoas.

Carlos Kill e o fotógrafo Thiago Vieira na Cabana Aroeira, antes da ida para a Califórnia. Ja nos Estados Unidos, em pé à esquerda: Figue Diel, Phelipe Nobre, Fernanda Tolomei e Henrique Saraiva. Sentados: Davi Teixeira (Davizinho radical), Fellipe Kizu e Carlos Kill. (Foto: Thiago Vieira)

Eu sempre fui apaixonado pelo mar. Sempre fui apaixonado pelo esporte. Não sei o que tem… quando estou dentro d’água… ah! cara… parece que tudo é mais fácil para mim, até tomar uns caldos é gostoso, é legal, é divertido.

Paixão pelo surf

A relação de Kill com surf é desde criança. Ficava em volta dos primos, que davam manutenção em pranchas. "Vivia sempre na oficina raspando a parafina das pranchas; sempre vendo as revistas de surf escondido — que pegava e não devolvia — ; e tinha um filme da Sessão da Tarde, Surf no Havaí, que assistia e ficava empolgado com as cenas, de querer ser surfista."

Kill estava com seus 11 anos quando ia para a oficina dos primos. A parafina que ele raspava tinha um propósito: ser derretida para passar em sua própria prancha.

Ir para a praia era como nas cenas de filmes. Sempre que tinha espaço no carro, os primos o chamava para surfar na praia de Jacaraípe. Era uma jornada de 35 km de Cariacica até o município de Serra, cidades integrantes da Grande Vitória.

O surf não vive só. Surf pede skate e skate pede bicicross. Esportes que envolvem movimentos radicais. “Eu vivia sempre quebrado, braço quebrado, perna quebrada, até que decidi: vou parar com este negócio de skate, bicicross e vou ficar só no surf.”

O tempo passou, mas a paixão pelo surfe era presente. "Quando falei isso, eu trabalhava numa sorveteria e quase não tinha tempo de surfar. Mas a rapaziada passava e dizia que tinha espaço no carro." Então a rotina na sorveteria ficava de lado e mais uma vez "vazava" para surfar.

Talvez Kill não desse conta que vivia a cena do filme em terras tupiniquins. O trampo ficava de lado e mais uma vez estava na caçamba do pequeno FIAT 147. Seis pranchas, três caras na carroceira, além do motorista e mais dois na cabine. "Aí ele perdeu o controle do carro e eu fui catapultado; fui jogado por cima da caçamba, o carro capotou e tive esta fratura na vértebra e fiquei paraplégico. Isto foi em 2003."


A cadeira de rodas me priva de muitas coisas, mas quando estou fora da cadeira de rodas e dentro do mar fico em liberdade. Isto para mim é vida.

Reabilitação para a vida

Amigos são irmãos que escolhemos. A casa do Kill vive cheia deles. Vão lá para um conversa ou um desabafo das dores de cotovelos dos amores não resolvidos. Mas os amigos também vão para ouvi-lo. E num destes dias ruins, cinco anos após o acidente, chegou um deles em sua casa e disse:

— Kill, tem um filme aqui onde o atleta é surfista e cadeirante.

O filme é Step Into Liquid (2003), um documentário dirigido por Dana Brown. Nas diversas histórias ali relatadas, o diretor apresenta Jesse Billauer. Ao surfar ele foi derrubado pela onda e bateu com a cabeça, fraturando a coluna na altura do pescoço. "Quando eu vi ele tetraplégico, uma lesão pior que a minha…"

Este filme foi importante para marcar uma virada na história.

(Foto: Thiago Vieira)

Já havia passado cinco anos desde o acidente. Para um jovem amante do esporte, cheio de vida e vigor, a cadeira de rodas não é o lugar para se estar. "Eu acidentei em 2003 e até 2008 eu fiquei na depressão. Tentei tirar a minha vida umas três vezes."

A velha sentença da sabedoria popular diz que "a vida segue". Kill fez um comercial para a o DETRAN do Espírito Santo e por causa deste filme ele conheceu José Augusto Muleta, responsável pela realização do Vitória Cine Surf, um evento sobre filmes de surf que ocorre em Vitória, capital do Espírito Santo.

"Muleta veio aqui em casa, veio no meu quarto, viu os posters de surf, minha prancha e perguntou o que havia acontecido. Então ele me apresentou duas pessoas lá da Serra, o Juliano Moulin e o Leandro Moulin, que têm uma escola de surf. Contei minha história para eles e falei desta minha paixão pelo mar. Tinha acabado de fazer uma cirurgia para fechar uma escara que estava em mim, dava para ver meu osso. Estava em recuperação, fazendo natação para ter um condicionamento melhor e fui pra escolinha. Os irmãos me disseram: 'vamos colocar você no mar'; sem saber como, porque não tinham um trabalho com deficiente físico, somente com crianças especiais, com Síndrome de Down."

O Leandro era atleta profissional da UOT, uma marca capixaba de surfwear. Juliano é professor de educação física. Os irmãos têm uma escola de surf, a Moulin Surf School, na praia de Solemar, município da Serra. O Leandro é o coordenador e o Juliano cuidou e desenvolveu uma forma de treinamento para Carlos Kill.

O surgimento desta possibilidade real de retornar a surfar trouxe novas perspectivas. "Era sorriso de orelha a orelha". Esta foi descrição dada por Kill ao lembrar daquele momento quando Juliano o colocou no mar em uma prancha de surf.

Era o início de uma nova fase de vida.


Hoje eu surfo bem melhor deitado do que em pé

Os campeonatos de surf

"A escola de surf tornou-se minha casa". Isto porque Juliano Moulin cumpriu com o prometido de colocá-lo surfando novamente. Foi necessário conhecer toda uma nova forma de surfar. Ao mesmo tempo, foi um reaprendizado para Carlos praticar nesta nova modalidade. "Tive que reaprender a surfar. Antes eu surfava em pé e agora deitado."

Kill foi o primeiro cadeirante da escola. Juliano e ele utilizavam um pranchão para as aulas, por ser mais estável. As aulas deram um refinamento técnico, que ele não possuía antes do acidente.

"Hoje eu sei qual é a onda que vai para a direita, para a esquerda, qual a que não vai me dar um 'cachotão'. Hoje tenho esta percepção de olhar para o mar e ver onde a onda está quebrado, ver o que vou fazer, onde é mais fácil para entrar, foi aprender a surfar novamente."

A iniciativa de três amigos no Rio de Janeiro deram origem a uma Organização não-Governamental, a Adapt Surf, para a promoção da pratica surf a pessoas contendo algum tipo de deficiência. O contato ocorreu por causa da internet, mas as necessidades em comum estabeleceram uma nova amizade entre kill e eles. "Lá é o lugar onde a onda fecha mais rápido no mundo." O objetivo era somente conhecer este tipo de evento, a galera da Adapt Surf e fazer novos contatos. "Mas acabei sendo campeão nacional na categoria deitado e sem movimentos da perna."

Todo aquele esforço de reabilitação, que vinha desde 2008, mostrou seu potencial máximo com este título. E viria mais.

Este campeonato permitiu ao Carlos Kill uma pontuação suficiente para ser classificado pela International Surf Association (ISA) para o primeiro campeonato mundial de surf adaptado, que ocorreu nos Estados Unidos, em 2015. Por falta de patrocínio, Kill não pode atendê-lo.

Por ser o único atleta no Brasil em condições de participar de um evento internacional, a ISA o convidou para a edição de 2016. "Não fiquei de braços cruzados, fui e corri atrás. Agradeço a todo mundo que me ajudou."

Nos anos de treino na Moulin Surf School proporcionou uma boa rede de contatos. Um desses amigos facilitou o contato com o Laboratório Tommasi, que faz análises clínicas, e tornou-se o patrocinador master ao permitir a ida do Kill para os Estados Unidos.

Várias outras pessoas e empresas colaboraram, mas, como sempre no Brasil, o apoio ao desporto é difícil. Ocorreram doações e rifas para levantar a grana necessária para os custos de todo o evento.

Cada um contribuiu de uma forma relevante. Mas faltava o registro do evento. Foi então que apareceu o fotógrafo Thiago Vieira, um dos especialistas em registro do surf no Espírito Santo. "Entrou o Thiago mais tarde, mas não conseguiu o patrocínio para ele. Ele foi importante para ir e registrar o evento, correu atrás. Se para um atleta normal já é difícil, ainda mais um cadeirante", disse Kill.

Thiago Vieira acreditou no potencial de Kill enquanto atleta. Fotografando a sessão de surf em Windansea Beach, berço do surf e do sk8 na Califórnia (Reprodução: Instagram Thiago Vieira)

Thiago foi uma das pessoas chaves neste processo. Acreditou no potencial do Carlos e se preocupou em trazer um registro relevante sobre sua participação no campeonato. Ele foi altruísta, pois, além de ter que levantar o próprio recurso para sua ida, ajudou Kill com um projeto para viabilizar mais recursos além de colaborar com a organização da viagem.

"Kill ficou totalmente vislumbrado", disse Thiago e complementou: "O pessoal tinha um equipamento melhor e toda a estrutura era muito diferente da do Brasil. Os caras, realmente, são atletas. Eles tem toda um estrutura para treinar sem ficar com a cabeça em questões de dinheiro. É outra estrutura"

(Foto: Thiago Vieira)

Para os amantes do Surf e do Skate, a Califórnia é o berço desses esportes. Estar competindo naquele lugar tinha todo um significado especial para Kill. "Nunca pensei em conhecer a Califórnia, ainda mais depois de 13 anos de cadeira de rodas". Estar ali era a realização de um sonho: "Desde de moleque, assistindo Surf no Havaí na Sessão da Tarde, que é um filme 'antigasso', meus primos concertando prancha e eu raspando parafina pra derreter e usar de novo. Desde moleque tive esta coisa de surfar. Conhecer a Califórnia foi um sonho."

Uma vez na Califórnia, o sonho agora é chegar ao Havaí: "se a Califórnia é o berço do Surf e do skate, o Havaí é a mãe do surf. Sou apaixonado pelo Havaí, tenho as ilhas tatuadas e este é o meu grande sonho. Ainda vou conseguir realizar este grande sonho."

A maioria dos atletas da equipe brasileira vieram do Rio de Janeiro, fruto do trabalho da ONG Adapt Surf. Phelipe Nobre foi o técnico do time. O campeonato premia o atleta individualmente e a equipe. A pontuação de cada atleta conta para a equipe nacional, dando o seu ranqueamento final.

O kill contou com uma ajuda local importante. “Tenho um amigo num grupo do WhatsApp que não conhecia. Ele mora em San Diego e se ofereceu para me receber. Ele me colocava no carro e me levava para todo lugar: Habner, ele tem 19 anos.” Esta disponibilidade permitiu reduzir os custos da estadia e foi além. Habner Benício é brasileiro e reside nos Estados Unidos.

Habner foi um companhia fundamental durante todo o evento, seja fora ou dentro do mar. À esquerda: Kill, Habner e Robson Gasperi. Kill saindo da bateria, à direita. (Foto: Thiago Vieira)

Kill competiu na categoria "Prone", para atletas que surfam deitado. O campeonato foi realizado no inverno. Por causa das placas de platina nas costas, a dor era inevitável. "Então fiquei remando para me manter aquecido. Esse foi um dos erros meu. Estava em segundo e o que estava em terceiro pegou uma boa. Chegou o final do dia e não veio uma onda para mim e fiquei em terceiro."

Nos demais dias as baterias foram eliminatórias. Foram oito atletas competindo com ele e kill garantiu a sexta colocação. "No primeiro campeonato internacional é querer muito ir para a final."

A agradável notícia veio no anúncio do Brasil em primeiro lugar na segunda edição do campeonato. "O meus pontinhos não foram em vão, eu me senti fortalecido, feliz, porque os pontos foram válidos", disse Kill sobre o resultado final. Foram 77 atletas competindo distribuídos em 22 times:

1 — Brasil, ouro (5598)
2 — EUA, prata (5109)
3 — Chile, bronze (3912)

4 — Austrália, cobre (3783)
5 — Havaí (3755)
6 — África do Sul (3618)
7 — França (3128)
8 — Costa Rica (2595)
9 — Grã Bretanha (2295)
10 — Espanha(1730)
11 — Canadá (1726)
12 — Itália (1335)
13 — Japão (1225)
14 — Peru (1170)
15 — Dinamarca (1000)
16 — Gales (610)
16 — Colômbia (610)
18 — Argentina (583)
19 — Noruega (500)
20 — México (450)
20 — Países Baixos (450)
22 — República Checa (390)

De frente com os inspiradores: Christiaan Bailey e Jesse Billauer

Outro sonho tornou-se realidade neste campeonato. Foi a oportunidade de conhecer a pessoa responsável por motivá-lo a dar uma guinada em sua vida. “Conheci vários surfistas inclusive o que me inspirou no vídeo sobre o Surf: Jesse Billauer. Thiago registrou Umas fotos. Pedi para o Habner traduzir para ele: ‘você foi uma das grandes inspirações para eu voltar a surfar, quando assisti o filme’”.

O mundo do surf adaptado formou pessoas capazes de motivar outras. À esquerda, Carlos Kill com Christiaan Bailey e Jesse Billauer, à direita. (Foto: Thiago Vieira)

A resposta de Billauer foi interessante, ao demonstrar que a guinada foi uma atitude totalmente do Kill. "Ele me disse: 'não é graças a mim, é graças ao seu esforço. Fui só uma inspiração'. Eu fiquei muito emocionado."

Quando há um real aprendizado, o normal é passá-lo à frente. Kill percebeu que, da mesma forma, poderia servir de influência para outras pessoas. "O que eu quero fazer, indiretamente, é mostrar para as pessoas que mesmo tendo um problema a gente não pode desistir da vida."

O que mais virá?

O campeonato internacional apresentou uma nova realidade para Kill enquanto atleta. Agora é escolher os campeonatos mais significativos para pontuar e qualificar para o próximo mundial.

A seleção de competições se dá por outro critério: a falta de patrocínio e visibilidade dos atletas e eventos na mídia tradicional contribuem para aumentar a dificuldade em conseguir apoiadores para a modalidade.

Existe a expectativa por participar da próxima edição. Estar nesta foi um processo de aprendizado, para entender o critério de julgamento dos juízes quanto ao tipo de manobras que desejam ver; conhecer e comparar o tipo de prancha, quais permitem um melhor desempenho e, por fim, conhecer o nível dos atletas.

A abordagem agora fica diferente.


Eu vivo para surfar e preciso do surf para viver

E o mar…

Kill no free surf antes da sua bateria. A água fria foi outro grande desafio a ser vencido. (Foto: Thiago Vieira)

"É um momento para pensar nos problemas, o que vou fazer durante a semana; se tenho umas dificuldades […] é lá que eu paro e reflito e coloco as coisas em ordem. É lá que descarrego as energias ruins e ao mesmo tempo recarrego minhas baterias para eu tocar a semana."

"Se não tiver um estímulo para viver, vai morrer em cima da cama."

Esta é a relação constante entre Kill e o mar. Não é possível viver fora dele, como na história do Velho e o Mar, como contamos na primeira matéria feita sobre o campeonato de surf adaptado.

Uma demonstração clara de sua vocação para o surf.


Acreditei na história do Kill e fui

Um olhar sem limites

Thiago Vieira não foi registrar somente a participação de Carlos Kill no campeonato. Ele foi registrar a realização de um sonho.

O evento mostra vários atletas amantes da vida que não se viram impedidos de continuar competindo. Thiago percebeu o significado deste evento para o Kill: "Você via o olho dele brilhando. Quem gosta de surf e de skate estava no lugar certo. Para ele, estar surfando na Califórnia, fazia parte das história dos filmes que ele via."

As pessoas estavam lá dando apoio ao evento. Além disso, Thiago presenciou como a estrutura da cidade é inclusiva e ao mesmo tempo a quantidade de pessoas com ou sem necessidades especiais praticando vários esportes juntos.

Em pé começando à esquerda— Lucas Pinheiro, Robson Gasperi, Fernanda Tolomei, Lucas, Paulo, Thiago Vieira. Sentados: Kill e Habner. (Foto: Thiago Vieira)

"Eu fiquei muito agradecido por ele ter aceitado eu ir, porque foi muito bom trazer este material. Ele não teria registros. Foi muito bacana ter esta experiência e ver este lado do cadeirante. Esta experiência com a fotografia foi a possibilidade de ver a realidade do cadeirante. Tem coisas que eles passam e nós não imaginamos"

"Eu me emocionei muito na abertura do evento. Tem três anos que fotografo e na primeira oportunidade estou fora do Brasil fotografando um sonho meu. Ser fotógrafo de surf não é fácil no Brasil e Espírito Santo, mas estava ali na Califórnia me realizando enquanto fotógrafo. Foi emocionante por estar lá e de ver aquelas pessoas ali se superando. Foi muito realizador."

Durante o evento, Thiago postou um diário para o site ShotSpot, especializado em surf, com o qual colabora.

As imagens que ele fez nestes dias mostram o valor de se ter propósito na vida. Não há limites para a força de vontade. Você pode conferir mais no vídeo abaixo, produzido por ele e especialmente lançado com matéria, uma forma de levá-lo a este lugar onde "ir além" é sempre uma possibilidade real.

Direção e imagem: Thiago Vieira. Edição: Straya Filmes

A ida de Carlos Kill para este evento só foi possível por causa da união e colaboração de várias pessoas e empresas que, como Thiago Vieira, acreditaram no potencial de Kill enquanto atleta e no evento.

Principais Patrocinadores

Tommasi Laboratório
Cardio Sports
Vila do Açaí
Perfil Linear
AC Surfboards — André Coquinho
Cerveja Praya
Usina Gourmet
Moulin Surf School
Renacar Veículos
Shot Spot Brasil

Apoiadores:

BWT Operadora
Cabana Aroeira
Zamp Comunicação e Eventos
Quebra Onda
Cine Surf
Savaii
Landspride

O resultado de todo este esforço conjunto surge na comprovação do potencial de Kill enquanto paratleta; comprovado nos campeonatos no qual participou trazendo sempre resultados significativos.

A torcida é constante.