Respeitando o tempo…

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O dia começou bem para refletir sobre algumas questões que nos últimos tempos tem atormentado minha cabeça ansiosa e problemática.

Nesse exato momento, estou com o fone no ouvido, relaxando ao som de “Como eu te quero” (um puta love song do Black Alien, e, se duvidar, umas das melhores que já ouvi na vida.)

Para começar, quero dizer que o amor sempre esteve presente no meu dia-a-dia, seja em forma de pensamento ou em forma de rima. Adoro escrever e falar sobre esse sentimento que é tão puro e complexo.

Já ouvi muitos falarem que o coração não escolhe quem vamos amar, simplesmente acontece… eu concordo plenamente com isso porque sempre acreditei muito nessa parada de energia e destino (talvez seja só loucura, ou um refúgio que a minha mente criou para lidar melhor com os problemas, mas só talvez seja isso…)

Ando por aí com a síndrome do Ted mosby, esperando a garota certa chegar.

Mas, e se, ela não chegar? Como vai ser? Será que existe uma outra metade da laranja? Uma alma gêmea que nos completa em todos os sentidos?

Diariamente, me faço essa pergunta e sendo sincero: não sei responder.

Pode ser falta de fé e pessimismo da minha parte. Desculpe. Sou realista demais às vezes…

Já pensou que não existe ninguém perfeito e que idealizamos muito as pessoas à nossa volta? Pois é, a vida não é uma comédia romântica ou a novela das 9.

Somos humanos, passivos de erros e acertos. Precisamos compreender nossos defeitos primeiro para aí sim, aceitar o do outro, precisamos olhar para nós mesmos antes de julgar o outro.

Quando eu finalmente conseguir alcançar essa compreensão, vou estar preparado de verdade para começar o relacionamento que tanto desejo. Pra isso acontecer, não posso pular as etapas do aprendizado, preciso aceitar que tudo tem o seu tempo certo para as coisas rolarem.

A partir de agora, preciso respeitar o meu próprio tempo…