Se eu fosse vocês, via isso aqui #1

Luiza Terpins
Jul 23, 2017 · 4 min read

O que eu vi por aí na última semana e fiquei com vontade de compartilhar

Os bastidores da Tastemade

É fato: amamos vídeos. Pesquisas mostram que, só no Brasil, 44% dos usuários da internet assistem vídeos online todos os dias. A Cisco, inclusive, já fez uma previsão de que até 2019 cerca de 80% do tráfego de dados no mundo será com conteúdos desse tipo.

A preferência do público, em geral, é por vídeos curtos — afinal, somos bombardeados por outras dezenas de notificações de redes sociais, email e etc.

Isso explica boa parte do sucesso da plataforma americana Tastemade. Eles estouraram ao produzir vídeos de receitas curtos e muito bonitos. Só no Facebook, a página global passou dos 25 milhões de curtidas, e o estilo já caiu no gosto de marcas como Airbnb e Hyundai.

foto: Tastemade

A grande sacada é não ter ninguém apresentando ou ensinando a fazer o prato. É tudo no visual, no passo a passo. Tanto que não precisa nem ativar o som para assistir. No Facebook, aliás, 85% das visualizações são no mute.

Achei bem bacana esse vídeo em que a equipe brasileira (sim, o negócio cresceu tanto que eles já têm operações em 6 países) conta como o conteúdo é gravado. É interessante ver como é o processo de produção, a busca por referências, edição etc. Destaque para as receitas feitas na mini cozinha. Sério, eles fritam pastéis minúsculos. É inacreditável.

A tecnologia por trás do Meio

Já faz um tempo que estou numa fase de ler newsletters. Eu já assinava algumas, mas confesso que não tinha o hábito de abri-las sempre. Desde que criei uma aba só para isso no Gmail, tudo mudou.

Vou fazer um post sobre as minhas favoritas depois, mas já adianto uma delas: o Meio, comandada por Pedro Doria e Vitor Conceição. Toda manhã eles enviam uma seleção de links com as principais notícias do dia — de política às novidades do Netflix. A ideia é informar, em cerca de 8 minutos, quem não tem tempo para ler jornal.

A curadoria é muito boa e, de fato, ajuda a ficar por dentro dos principais assuntos do momento.

Essa matéria do IDG Now conta como fazem para selecionar o conteúdo, a rotina dos colaboradores e a tecnologia utilizada para filtrar os temas. Eles desenvolveram, por exemplo, um sistema que monitora mais de 400 sites de notícias e identifica tendências de viralidade.

Síndrome da impostora: executivas poderosas contam por que se achavam uma fraude

Eu gosto muito de ler/ouvir sobre mulheres bem-sucedidas, principalmente em carreiras tipicamente masculinas. Essa matéria da Marie Claire aborda o tema por um lado muito interessante: a síndrome da impostora, mal comum entre profissionais que não se acham merecedoras do sucesso alcançado.

A matéria traz dados curiosos: em estudo de uma universidade dos Estados Unidos, 70% das entrevistadas afirmaram sofrer do problema. Uma pesquisa divulgada pela HP em 2013 também mostrou que, na hora de se candidatar a uma vaga, as mulheres só o fazem se preencherem todos os pré-requisitos. Já os homens mandam o currículo se tiverem apenas 60% das habilidades requeridas. Já que estamos falando tanto em igualdade de gênero no mercado de trabalho, vale a leitura.

•O truque dos restaurantes para consumirmos mais

Sabe quando você nem está com tanta fome mas por algum motivo acaba comendo mesmo assim? Pois então: um estudo do Japão constatou que existe uma relação entre a percepção visual da comida — tanto do próprio alimento como do jeito com que ele é servido — , e a vontade de consumi-la. E, claro, os restaurantes usam e abusam dessa informação.

foto: rawpixel

Essa matéria do El País cita alguns exemplos, como a preferência por pratos brancos e redondos, que realçam nossa opinião quanto à intensidade do sabor, e de xícaras vermelhas, que nos dão a sensação de que o café está mais quente.

Que tal falar com a Alexa pelo Slack?

Um pouco de ~first world problems~:

Criaram um Bot chamado SilentEcho em que é possível interagir, via Slack, com a assistente virtual Alexa. Ao invés de falar "Alexa, play some rock music", por exemplo, o usuário poderá escrever e enviar uma mensagem pela ferramenta.

Os desenvolvedores defendem que a tecnologia será útil para momentos em que o ambiente está muito barulhento e seria preciso gritar para a Alexa ouvir o comando. Ainda está em beta.

No Corre

Os desafios, trajetórias e bastidores de quem está no corre todos os dias para tirar algo incrível do papel

Luiza Terpins

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Head de conteúdo @ Além; Criadora do No Corre; ex-iDEXO by TOTVS e Revista da GOL /// Empreendedorismo, inovação, startups e viagens.

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