Carol Soares
Aug 27, 2017 · 10 min read

#dicas #oqueaprendovivendosemcasa #semcasa #fluxo #lisboa

Lisboa foi nossa base no período #semcasa Europa. E ela nos presenteou com dias de sol, amigos queridos e experiências gastronômicas maravilhosas.

Não espere encontrar nesse #miniguia explicações sobre a cidade ou programas tradicionais. Pra isso, tem milhares de sites e páginas muito incríveis.

Espere sim encontrar aqui meus lugares preferidos, minhas melhores lembranças, onde me diverti, fui feliz e surpreendida.

Sejam bem vindo à minha experiência Lisboa!

PRA COMER
*Descoladinhos*
Charcutaria Fama de Alfama — Alfama
Dizem que a primeira vez é inesquecível, e foi aqui nossa primeira refeição na cidade. Como moramos em frente, voltamos algumas vezes. Meu preferido: polvo à lagareiro. Mas no meio da tarde, rola uma tábuas de frios que super vale a visita.

Charcutaria Fama de Alfama

Prego da Peixaria — Príncipe Real
Outro vizinho, dessa vez do segundo apartamento onde moramos. Sempre passei em frente, mas só fui entrar depois da indicação de uma amiga. E voltei outras vezes! Pregos são pedaços de carne dentro de pães. Além da opção de pedir no prato, acompanhado de salada e batatas, há hambúrgueres deliciosos de salmão, bacalhau e camarão. E o melhor, continua servindo comida naquele hiato entre almoço e jantar que muitos restaurantes fecham.

Prego da Peixaria

Dona Quitéria — Príncipe Real
Não se engane com as toalhas xadrez nas mesas em frente ao restaurante! A comida é mesmo portuguesa, a decoração é divertida e a comida deliciosa! Não há pratos individuais, apenas petiscos e belisques portugueses. Experimente os “peixinhos da horta”: vagens de feijão verde empanadas.

Dona Quitéria

Zero Zero — Príncipe Real
Confesso que pizza seria a última coisa que eu comeria em Lisboa. Mas depois de quase três meses lá e a indicação pontual do pai de uma amiga, fomos conhecer o Zero Zero. A fila na porta justifica a qualidade da pizza e principalmente, do molho! Espere mais um pouquinho e peça para ficar na esplanada no fundo do restaurante.

Mercado do Campo de Ourique — Campo de Ourique
Ok, ok, o Mercado Time Out vale a visita. Mas depois da segunda vez dá pra trocar facilmente pela experiência mais intimista do Mercado de Campo de Ourique.

La Bottega Piadina — Bairro Alto
Piadinas são pães achatados, parecidos com panquecas. Mas prefiro a definição de uma amiga, que é alguma coisa entre uma pizza e wrap! Os recheios são inúmeros e deliciosos. Passamos para uma boquinha rápida entre um drink e outro em uma tarde de sol!

La Bottega Piadina

*Tradicionais*
Santo Antonio de Alfama — Alfama
Outra indicação de uma amiga portuguesa, tem uma agradável esplanada em meio do bairro tradicional de Lisboa. Chegue cedo pra sentar do lado de fora e se deliciar com a rotina dos vizinhos!

Santo Antônio de Alfama: peixinhos da horta, dadinhos de brie e pimentos assados

Sinal Vermelho — Bairro Alto
Um dos meus favoritos, nunca decepciona! Comida deliciosa e preço justo. Serve um dos pratos favoritos do Franklin: porco à alentejana, que é uma carne de porco frita com mariscos. Mas os pratos com peixes são divinos.

Tasca do Manel — Bairro Alto
Tascas são os tradicionais restaurantes familiares portugueses. Salvação de um fim de noite! O favorito foi o arroz de peixe, servido em uma porção bem generosa.

Príncipe do Calhariz — Bairro Alto
Ainda que seja uma tasca, tem uma atmosfera mais turística. O seu charme está na grelha na entrada da casa, de onde saem sardinhas, robalos e douradas diretamente para o prato!

Príncipe do Calhariz

Águas Livres — Rato
Aquele restaurante fora do burburinho que dá gosto de entrar e se misturar com locais. Peça uma jarrinha de vinho da casa porque o típico almoço português requer tempo para apreciar tudo que tem direito: azeitona, pão, prato principal, sobremesa e café.

*Bio / Natureba*
PuroBio Bistrô — Saldanha
Supermercado biológico com pequeno café que serve dois menus durante o almoço.

Aloha Cafe — Príncipe Real
O brunch vegetariano é surpreendente!

Go Natural — Restauradores
Uma rede com refeições e lanches naturebas. Tinha uma lojinha dentro da minha academia, por isso fez muito parte da minha rotina em Lisboa. Vende refeições prontas e saladas para montar.

Go Natural

*Cafés*
Le Petit Prince — Princípe Real
Meu café preferido em Lisboa. Pergunte ao Jean Pierre sobre a preparação do café e você vai entender porque é tão bom!

Fábrica Coffe Roasters — Restauradores
Esse café hipster ficava ao lado da academia e do escritório onde trabalhamos em Lisboa. Viramos habitués, fans do ice coffee e de papos sobre música e festival com o staff!

Fábrica Coffe Roasters

Copenhagen Coffee Lab — Príncipe Real
Fiquei em dúvida se colocava esse café… Morei do lado e cheguei a ir algumas vezes. Mas fui tomando mini implicâncias até o momento em que eles postaram no Facebook um anúncio de vagas onde não era exigido que o funcionário falasse português. Achei deselegante, já que o atendimento é ruim e o café nem é lá essas coisas. Mas o ambiente é agradável para ler e passar um tempinho.

Copenhagen Coffee Lab

*Brunch*
Deli — Príncipe Real
Meu brunch preferido no dia a dia. Prático, acessível e delicioso.

La Boulangerie —Santos
Uma esplanada deliciosa para o brunch de final de semana. Sentar e ver o tempo passar.

La Boulangerie

*Guloseimas*
Gelataria Nannarella — Príncipe Real
Já declarei meu amor por esse sorvete aqui. Manjericão e hortelã com natas. Sem mais a dizer.

Gelataria Nannarella

Bettina e Nicollò Corallo — Príncipe Real
Chocolate artesanal, produzido com cacau de diversos lugares do mundo e vendido em barrinhas por peso.

Bettina e Nicollò Corallo

Manteigaria — Chiado
Tem vários pela cidade, mas frequentei mais a loja do Chiado. Há quem diga que é o melhor pastel de natas da cidade. Achei muito inconstante: em alguns dias estava quentinho e fresquinho, em outros, frio. Na eterna disputa, ainda prefiro a experiência do Pastel de Belém.

Manteigaria

Nata — Baixa
A empresa é uma das meninas dos olhos da Startup Lisboa, incubadora do governo local. O ambiente é mais acolhedor que a Manteigaria, e o pastel de natas não deixa absolutamente nada a desejar.

BONS DRINKS
Pensão do Amor — Cais do Sodré
Um bordel que virou bar. Fica super cheio à noite, mas é perfeito para um drink no final da tarde. Prepare a câmera porque a decoração é inusitada. Desça a escada dentro do próprio bar e estique o rolê pela Rua Rosa.

Pensão do Amor

Chef Felicidade/Pharmacia — Santa Catarina
Só quando fui escrever esse post que soube o nome do restaurante. Na verdade todo mundo diz só Pharmacia, porque fica no pátio do Museu da Pharmacia. Eu não comi nada lá, só fui para muitos drinks. Mas esse lugar é parte das minhas memórias mais ensolaradas de Lisboa.

Chef Felicidade/Pharmacia

Park Bar — Bairro Alto
Rooftop da moda, pra ver e ser visto. Cheio de gringos e um pôr do sol de babar. Bem ali no meio do burburinho do Bairro Alto.

Park Bar

Topo — Martim Muniz
Meu rooftop favorito. Mais intimista, em uma área menos explorada da cidade. Tem vista para o Castelo de São Jorge e para o Miranda da Graça. À noite vira um restaurante descoladinho.

Topo

By the Wine / José Maria Fonseca — Chiado
Bati muito ponto nesse bar (rs)! Para um drink pré ou pós jantar, já que serve apenas tapas e comidinhas de compartilhar.

By the Wine / José Maria Fonseca

A Ginginha — Rossio
Não é possível passar por Lisboa e não tomar uma ginginha. Ali mesmo na rua, no copinho de plástico. Pode pedir com e sem a frutinha ;)

A Ginginha

Pavilhão Chinês — Príncipe Real
Bar suuuuper inusitado, cheio de coleções de objetos surreais.

Pavilhão Chinês
  • update Dezembro/2017

Passamos mais uns dias por Lisboa pra repetir nossos preferidos e ainda acrescentar mais alguns imperdíveis nessa listinha:

Café com Calma
Vale super a pena conhecer outras áreas de Lisboa pra além do Chiado-Bairro Alto. Uma das razões é tomar um brunch delicioso e super bem servido no café em Marvila. 15 euros para um brunch completo que me deixou saciada por todo o dia.

Brunch do Café com Calma

A Taberna da Rua das Flores
Depois de algumas tentativas frustrantes, finalmente conseguimos uma refeição nesse restaurante queridinho dos nossos amigos. Digo tentativas porque o lugar é super pequeno e a espera por uma mesa pode nem ser possível em dias e noites mais movimentados. O segredo é passe lá cedo, pegue a senha, tome uns copos ali pela vizinhança e volte mais tarde pra comer. Vai valer a pena cada segundo de espera.

Taberna da Rua das Flores

Cantinho do Avillez
José Avillez é um dos principais nomes da gastronomia portuguesa e o Cantinho é uma proposta mais descontraída (e mais acessível) do chefe estrelado. Entrega tudo e muito mais do que promete. Comece pelo <tártaro de atum com sabores asiáticos>, só cuidado porque você poderá nunca mais querer sair dele.

Só sorrisos no cantinho, rs

Peixaria da Esquina
O chef Vítor Sobral é conhecido por ter "modernizado" o conceito de Tasca, os tradicionais restaurantes portugueses. Hoje ele comanda a label "Esquina", com vários restaurantes em Lisboa e Porto. Fomos na Peixaria, cuja especialidade são os peixes marinados e curados. O segredo é pedir vários pratos em porções pequenas. Acho que não fomos muito felizes nas escolhas, sem contar que foi a refeição mais cara que já tivemos em Lisboa.

O carpaccio de polvo salvou meu almoço :)

Stop do Bairro
Recomendado por todos os amigos que vivem cerca de Campo de Ourique, o tradicional restaurante do bairro foi para um pouco mais além, está em Campolide. Porções generosas e deliciosas em clima familiar. O arroz de tamboril é uma das especialidades. Depois de encher o bucho, siga caminhando até os jardins do Fundação Gulbenkian. Programa completo: comida para a barriga e para os olhos!

Stop do Bairro

Tremp
Comida alentejana em porções super bem servidas e aquele clima de tasca tradicional e familiar.

Porco alentejano no Tremp

no f/uxo

Somos um casal nômade, vivemos e trabalhamos no f/uxo. Há mais de dois anos deixamos nosso apartamento no Rio e já vivemos em mais de 60 cidades pelo mundo.

Carol Soares

Written by

nômade . pesquisadora . educadora // vivendo e trabalhando no f/uxo // instagram: @mcarols // há 701 dias vivendo sem casa // agora: sampa

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Somos um casal nômade, vivemos e trabalhamos no f/uxo. Há mais de dois anos deixamos nosso apartamento no Rio e já vivemos em mais de 60 cidades pelo mundo.

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