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Ao longo dos tempos, o conceito de escola passou por diversas transformações, buscando acompanhar os valores e as necessidades da sociedade vigente e progredindo até o nosso modelo atual de ensino. Com o advento e constante evolução da tecnologia e dos meios de comunicação, nossa concepção de aprendizado está em processo de mudança: se antes a escola tinha o papel principal de selecionar as informações supostamente mais relevantes que seriam disseminadas em uma sala de aula, hoje ela deveria assumir o posto de mentora e incentivadora.


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O conhecimento está a um smartphone de distância, nos proporcionando um contato muito mais prático, rápido, acessível e democrático. O mentor precisa educar seus alunos para que eles aprendam a selecionar os assuntos mais relevantes para seu desenvolvimento.

A internet nos oferece todo tipo de acesso mas, na maioria das vezes, os dados não chegam de forma ordenada. A disseminação de informações incompletas ou totalmente equivocadas tornam o maravilhoso processo de aprendizagem em algo negativo. Informação desorganizada gera confusão e dúvida. Saber ser crítico, sensato e observador é essencial nesse processo. É aí que o professor precisa atuar.

Atualmente, já vemos iniciativas que buscam por um novo modelo de ensino, como o Projeto GENTEGinásio Experimental de Novas Tecnologias — na escola Municipal André Urani, no Rio de Janeiro, que foi idealizado pela Secretaria Municipal de Educação — SME .

“GENTE é a escola diferente, porque ninguém é igual.”

“Eu acho que é importante entender que a tecnologia sozinha não transforma nada. A tecnologia associada a uma visão clara do que cada criança, cada adolescente, deve aprender… ela constrói mundos. Permite muito mais protagonismo por parte do aluno e ele se torna senhor da sua própria vida. Empodera tanto o aluno quanto o professor, que passa a contar com muito mais recursos no seu processo de ensino e torna a escola um lugar muito mais prazeroso.” — Claudia Costin (Secretária Municipal de Educação do Rio de Janeiro).


O fenômeno ‘larguei tudo para viver do que amo’.

Com tantas informações e possibilidades a nossa disposição, é normal que fiquemos confusos e ansiosos quando temos que tomar decisões. Ao mesmo tempo que exigimos a resposta rápida para nossas dúvidas, o mundo exige o mesmo de nós. A pressão social para definirmos quem somos começa cedo e vai aumentando conforme o tempo passa e não conseguimos nos decidir.

Fica claro o quanto isso tudo atrapalha nosso desenvolvimento como um todo e parece que, recentemente, tivemos um surto de consciência que causou um fenômeno mundial que traz inúmeras histórias de novos blogueiros, nômades digitais e pequenos empreendedores que foram viver seus sonhos.

Apenas uma profissão não supre mais nosso bem-estar. Aquela ideia já manifestada de “tenha um trabalho fixo, mas porque não criar também um projeto seu?” — tem como resultado a média de que aproximadamente metade dos Millennials planeja ou já encabeça um projeto próprio. — Trecho do texto “Ter emprego ou ter propósito?” publicado pelo Coletividad.

Esse é o começo de uma reação contra a imposição do papel de ‘profissional bem sucedido tradicional’ que antes reinava; são aqueles que estão, aos poucos, descobrindo suas verdadeiras vocações.


Expandindo horizontes

Com a globalização, nosso senso de comunidade foi modificado. A internet atravessa fronteiras e nos oferece inúmeras possibilidades. O acesso à cultura, entretenimento, informação e, principalmente, à educação 24 horas por dia nos permitiu encontrar métodos alternativos de aprendizado que suprem essa lacuna deixada pelo sistema educacional atual.

Uma nova realidade impõe a necessidade de uma educação congruente, que prepare alunos para exercer suas atividades a nível profissional e que saibam lidar com os problemas reais. trecho do textoEducação para o Século XXI no Ensino Superiorde Gabriel Vinholi.

Uma parte importante de tudo isso é a nossa colaboração: a informação só é útil quando compartilhada. Vivemos um momento onde mais importante do que ter conhecimento é utilizá-lo em prol de um objetivo. É o senso de comunidade que cresce em uma sociedade global que quer participar ativamente de decisões, iniciativas e novos projetos. Daí cresce a tendência de economia colaborativa, com métodos de crowdsourcing e crowdfunding, consumo colaborativo e projetos que incentivam as pessoas a compartilharem seus interesses, objetivos e necessidades com a ajuda dos meios de comunicação.

É assim que surgem projetos como o Coletividad❤, que tem como objetivo emponderar as escolhas das pessoas reunindo em um único lugar as atividades que promovam a aprendizagem em torno do Design, Tecnologia, Empreendedorismo, Design Thinking, Inovação & Criatividade, Branding e Tipografia no Brasil.

A forma como aprendemos está em um processo de mudança e adaptação. É imprescindível utilizar a tecnologia ao nosso favor, então porque não experimentar antes de decidir?

Participar, mesmo que brevemente, de atividades que nos interessam nos dá muito mais direcionamento do que ‘ler na internet sobre uma profissão’. Essas experiências nos dão o poder de refletir sobre nossas escolhas e nossas vocações. Mais além, esse contato com novos aprendizados vão moldando o profissional que, com aptidões diversas, torna-se mais flexível e preparado para o mercado de trabalho e para a vida.

Hoje podemos estudar em Universidades de outros países sem precisar sair de casa, aprendemos novos idiomas, trocamos experiências com pessoas que estão do outro lado do mundo, ou do outro lado da cidade; são diversos sites, cursos, palestras, concursos, pesquisas científicas e conteúdos colaborativos disseminados na rede online e prontos para serem utilizados.

A busca pelo conhecimento deve ser constante. Todo conteúdo que absorvemos pode ser aplicado de alguma forma. Atualmente, não precisamos escolher um caminho e seguí-lo pelo resto de nossas vidas. Podemos, por exemplo, fazer um curso de Mecatrônica e, mais tarde, decidir por uma graduação em Design de Moda. Isso não invalida sua experiência anterior. Inclusive, você tem a chance de apurar seu senso crítico e olhar de um ângulo diferente dos outros.

“Se você é a pessoa mais inteligente da sala, então você está na sala errada.”

Além disso, ouvir outras opiniões também fazem parte da construção do seu aprendizado. O valor agregado pelas experiências mais diversas torna-se seu diferencial. Por isso, não tenha medo de experimentar: aproveite todas as oportunidades que o mundo oferece, pois elas estão mais acessíveis do que nunca.


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