Entenda as diferenças entre bancos digitais e plataformas digitais

Bancos digitais podem trazer uma roupagem moderna, mas ainda atendem aos próprios interesses. Entenda como eles se diferenciam das plataformas digitais.

Pegar filas e mais filas em agências bancárias e enfrentar aquela burocracia tem se tornado menos comum graças às transformações digitais pelas quais as instituições vem passando. Os bancos digitais permitem que seus clientes e usuários resolvam as finanças de um jeito simples e fácil. No entanto, ainda há certa relutância dos brasileiros em confiar nessas instituições.

Ainda que as transformações tenham o objetivo de facilitar a vida dos clientes, essas instituições continuam seguindo as mesmas premissas de um banco tradicional. Em outra ponta, estão as plataformas digitais, que oferecem produtos financeiros, mas podem trazer uma vantagem a mais aos consumidores. Entenda:

Bancos digitais

Eles surgiram com a proposta de fazer basicamente tudo o que bancos tradicionais proporcionam, porém, prometendo mais praticidade, rapidez e menores custos. Alguns também contam com agências físicas, enquanto outros estão apenas no digital.

Como eles se propõem a oferecer tudo o que os bancos tradicionais oferecem, isso inclui crédito, empréstimos, cartões e outros produtos financeiros — e aqui entra o cuidado do cliente. Assim como qualquer instituição bancária, também é do interesse dos bancos digitais que você consuma os produtos oferecidos por eles.

“O cliente deve ficar atento, pois bancos digitais também são bancos. Então, as propostas e produtos ofertados devem ser analisados tendo em mente que isso pode não ser o melhor para você mas, sim, para a instituição”, alerta Fynn Kreuz, sócio do Numbrs, aplicativo europeu especializado em gestão financeira pessoal.

Plataformas digitais

Essas, por outro lado, funcionam como um “supermercado” de produtos financeiros de diversas instituições, ou seja, não há envolvimento direto com aquilo que é oferecido. Plataformas digitais não ficarão “empurrando” um produto para seus usuários, como ocorre com bancos.

“Desta forma, é mais difícil que haja conflito de interesses e o cliente pode ter um posicionamento mais isento na hora de escolher o produto financeiro que deseja”, completa o sócio do Numbrs.

Isso não significa que não se deva usar bancos digitais mas, sim, que você deve ter em mente que eles continuam sendo bancos, portanto, estão atentos aos próprios interesses. Ao escolher um produto financeiro, como empréstimo ou investimento, vale a pena checar as opções nas plataformas digitais.

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