Carta para o meu amor
Você pode ler essa carta ao som de Can’t help falling in love — Christian Akridge

Meu amor,
Eu que escrevo tantas cartas dedico essa a você, vai fazer um ano que te escrevi, na época não sabia de fato quem você era e tempo depois o acaso me proporcionou te conhecer, e foi como eu tinha escrito, te conheci em uma viagem. Vi você, mesmo a vários metros de distancia os nossos olhares se cruzaram e foi ali que percebi quem era você. Senti um universo em meu peito e você parecia saber, e essa reciprocidade veio através dos sorrisos.
As escadas rolantes parecia não ter fim, o tempo passava devagar e parte de mim agradecia esse devagar. De fato, nós nunca havíamos nos visto antes, mas a sensação que eu tive quando nos abraçamos era familiar, seu cheiro, seu tamanho, tudo, exatamente tudo era familiar. Um Déjà vu.
Senti a paixão queimar em meu peito, senti o amor expelir nas minhas pupilas dilatas. Mãos nas mãos e então me senti sua, não no significado de posse ou autoridade, mas sua com aquele direito de ir e vir recheado de desejos de ficar.
Pode parecer estranho, mas antes mesmo do beijo na testa enquanto pedíamos o café, de sentar nas escadas do mirante, a milésimos de segundos antes dos nossos lábios tímidos se tocarem grande parte de mim já te amava. Te amei no momento em que te vi. E se eu pudesse ter uma caixinha para guardar a minha lembrança favorita, eu guardaria essa e voltaria nela todos os dias.
O amarelo nunca havia me trazido tanta alegria como trouxe naquele dia. Trouxe um encontro. Trouxe noites de madagascar com direito a um arsenal de estrelas através dos olhares. Trouxe beijos de bom dia e aquela frase de lei “Vamos ficar só mais um pouquinho!”.
Depois daquele beijo. Depois daquele café. Depois daquele dia, nenhum dos meus dias foram os mesmos, porque após tudo isso eu soube que o amor da minha vida, você, estava, está e estará sempre ao meu lado.
Meu bem, te escrevo hoje para te agradecer por sempre permanecer ao meu lado, sou grata por cada palavra. Grata por cada “Creak!” que faz os nossos óculos quando vamos se beijar. Por cada dança, cada dueto fora de hora. Por cada café após o almoço, cada chá antes de pegarmos no sono. Sou grata pelas vistas que já me proporcionou, pelos muros, cores e exposições. Mais que isso, agradeço por todos os momento que já passamos juntos e através deles ter o privilégio de transbordar todos os dias.
Com amor, Jéssica S.
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