Barcamp de Outubro dos Tradutores

Olá!

Este relato chega um pouquinho atrasado, pois o turbilhão de coisas a fazer não me deixou escrever antes. Mas aqui estou para contar como foi o Barcamp dos Tradutores, que aconteceu no dia 17 de outubro em Curitiba. Como sempre, foi muito produtivo, trocamos muitas ideias e saímos todos inspirados.

Para quem não sabe, um “barcamp” é um encontro com um objetivo principal: colaboração. Essa ideia surgiu na área de informática, e a Sheila Gomes adaptou para a nossa profissão. Ela organizou o primeiro aqui em Curitiba em 2014, e, desde então, nós tradutores nos encontramos todo mês. O de outubro foi na FAE, na sede central, e me responsabilizei por fazer um relato.

Começamos, mais uma vez, com as apresentações no formato de discurso de elevador. São apresentações curtas, feitas em 45 segundos, com foco nas nossas principais habilidades como tradutores.

Logo em seguida, a Márcia Nabrzecki fez uma apresentação falando sobre o código de ética da futura APTI — Associação Paranaense de Tradutores e Intérpretes. Ela destacou e propôs um debate sobre os pontos principais coletados no Barcamp de setembro sobre o tema. A ideia a partir daí é ter um esboço do texto do código de ética no próximo Barcamp. Mãos à obra! :)

O próximo assunto foi o PROFT 2015, evento que vai acontecer em São Paulo entre 2 e 4 de dezembro. Estamos montando uma caravana, como a que fizemos no VI Congresso da ABRATES e no próprio PROFT 2014. Quem tiver interesse, pode falar com a Sheila, que está organizando a caravana, ou comigo, e eu repasso as informações a ela.

A Sheila continuou com a palavra, agora sobre os preparativos para a oficina de Tradução com a Isa Mara Lando, com data marcada para o sábado dia 24 de outubro (que já passou, aliás. Eu fui, conto a história num post futuro).

Ainda sobre eventos futuros (lembrem-se que o Barcamp foi dia 17), falamos sobre nosso próximo encontro, o último do ano, com data para 21 de novembro, e que vai ser um encontro duplo: primeiro o Barcamp e depois um churrasco (com opções vegetarianas). Assim encerramos bem nosso ano de encontros. Quem quiser saber mais, pode falar comigo ou com a Sheila. Em tempo: como são dois eventos separados, só o churrasco será pago, ok?

Depois veio o momento da pausa para o café, mas sem café. Eu ia levar o café, mas em cima da hora não pude, acabamos ficando sem. Foi mal, pessoal (rimei). Mas as delícias que cada um levou compensaram, viu? E as conversas também. :)

Voltando à ativa, a Marcianita Furlanetto Andrzejewski nos contou um pouco como é sua experiência sendo uma tradutora no Chile. Ela detalhou como é a parte fiscal para o tradutor que reside lá, muito mais fácil de entender e menos burocrática do que no Brasil. Outra curiosidade sobre o mercado chileno é que as principais áreas para tradução são temas como mineração e vinhos. Eu, pessoalmente, não fazia ideia, achei interessantíssimo.

E por fim, a Sheila voltou ao “palco” e contou um pouco do ciclo de palestras Tradutor Vs. Burocracia, ocorrido no Rio de Janeiro no dia 1º de outubro. Quem lê o blog aqui talvez se lembre que eu comentei que iria. Pois é, não fui, tive uma viagem e acabei não indo. Mas a Sheila fez um bom relato, contando uma visão geral do evento, quais palestras fizeram a diferença.

Ainda “no palco”, ela encerrou nosso encontro com uma apresentação sobre Tecnologia voltada à tradução, mostrando uma série de aplicativos, programas e processos de grande utilidade para um tradutor. Alguns eu mesmo uso, como o Trello, para organização, e o GoldenDict, para fazer consultas instantâneas a dicionários instalados no computador. Os dois são uma mão na roda.

E foi isso. Quase ficamos presos no prédio da FAE por quase extrapolarmos o horário limite do local, mas tudo deu certo. Foi um ótimo encontro, como sempre, e todos aí que estão lendo estão convidadíssimos para o próximo Barcamp. Anotem aí: 21 de novembro.

E até mais, pessoal!

Publicado originalmente em 26 de outubro de 2015 em https://jogodatraducao.wordpress.com/2015/10/26/barcamp-de-outubro-dos-tradutores/