O que aprendi nos livros?

Minha nova publicação, sobre literatura

The Readers, 1914 — Theresa Bernstein

Amadureci a ideia de ter um blog de leitura.

Nada muito acadêmico, tipo resenha crítica ou crítica literária.

Não.

Apenas minhas singelas impressões sobre o que li.

Claro que o humor do leitor muda conforme sua própria fase de vida, seria inocente desconsiderar o contexto pessoal de alguém tão importante para o entendimento de qualquer autor.

E é isso o que pretendo identificar.


Tenho um hábito de leitura razoável. Poderia ser melhor, confesso. Porém, meus interesses são difusos. Eu me perco tentando absorver as mais diversas expressões artísticas.

Em vão.

Fora o quê esta publicação é uma boa forma de documentar na linha do tempo o que leio e registrar meu humor literário.

Não sou um leitor crítico.

Bem, sou um leitor nada crítico, confesso.

Posso ler um clássico, um diário ou um livro de youtube.

Sem problemas.

Sou viciado em letras impressas.

Ah, podem ser letras atômicas ou não.

Tudo bem.

Superei isso.

Em tempos de crise é até melhor o formato não ser físico (acho que já contei a minha trajetória para o mundo não atômico. Não? Outro dia eu conto. Me lembra).

De qualquer forma esta nova publicação vai guardar as minhas impressões sempre (muito) pessoais sobre o que me aparece pela frente. Pode até parecer pedante esta afirmação, mas não é, juro. É assim mesmo que eu sou como leitor. Gosto de qualquer assunto. E quanto mais diverso o assunto, melhor.

Tenho fases na vida, momentos ou períodos mais longos de oscilação de humor (todo mundo os tem, certo?). Mas, literariamente minhas fases podem se manifestar de forma compulsiva por determiado tema ou segmento literário. Imersões que quando muito profundas precisam da lufada de ar que existe dentro de um livro com um tema não muito denso (vai saber?).

Se não sou preconceituoso na vida e como leitor sou muito menos.


Os livro me acompanham a vida toda e nada melhor do que ilustrar isso com a belíssima pintura acima de 1914 chamada The Readers de Theresa Bernstein.

De algum forma eu me reconheço nesta pintura.

Eu sou o velhinho do meio, aquele que (parece) ler em um celular com capa.


Bom, é isso.

Ah, só mais uma coisa.

Eu me coloquei como meta atualizar esta publicação (no mínimo) uma vez por mês, só para manter o compromisso de atualização.

Mas, como eu gosto de ler vários livros ao mesmo tempo pode ser que num determinado mês eu publique mais de uma impressão literária (tudo bem também, né?).

Quem sabe esta publicação não ajuda a incentivar alguém a entrar no mundo da tela interior.

Tenho que confessar que como escritor ainda estou engatinhando (a minha tela interior é de tubo), as primeiras pinceladas sempre saem inseguras mesmo.

Porém, como leitor, fui agraciado com uma tela interior e 4k.

Então, sigam-me os bons (leitores).