A junção mais equilibrada de Jornalismo e Publicidade
PRINCIPAIS APRENDIZADOS: Escrever é ótimo, gerir nem tanto; o Jornalismo não serve apenas para escrever notícias; a criatividade pode estar em lugares que nem se imagina
Ao fim do freela para os shows do Ozzy no Brasil, a Remix me contratou como redator, me oferecendo a oportunidade de trabalhar com clientes que iam de Caixa Econômica Federal a Tilibra, passando por CI Intercâmbio, Brookfield Incorporações, Caixa Econômica Federal, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Fiat, Oi, Tilibra, Unicid.

Aí eu definitivamente passei a me apresentar como publicitário, deixando de lado as grandes reportagens para mergulhar fundo no universo dos posts informativos, divertidos e deliciosos de ler. Tanto por isso, foi com imenso prazer que fui responsável por muito tempo pelo blog da casa e por cuidar da comunicação da agência para fora — junto com as duas sócias, claro.
Foi um espaço de tremendo boom criativo, vendo a Diretora de Criação e sócia Ana Laura Mello destruir diversos briefings num estalar de dedos. Que grande escola!

Me encaixei tão bem à Remix que ao fim de um ano bem puxado de trabalho fui promovido a editor de conteúdo da casa. Porém, por mais confiança que esse convite transmita , a experiência me traz um sentimento de missão deixada pela metade. À época, cuidar da necessidade criativa e do desenvolvimento da equipe da qual até pouco tempo atrás era toda minha colega de front foi demais para mim. Comecei a não fazer um bom trabalho por dificuldade de levar essas duas funções a cabo e decidi que era hora de procurar uma nova oportunidade.