
Redemoinho
Quando tudo foge do controle
No olho do furacão todo conhecimento se faz tão vão
Na percepção frustrada por sempre estar errada
Nota-se então que a si que é menos que nada
Por trás da pergunta sem resposta
Do caminho sem horizonte,
Do monte movido pela certeza que não vê
Ele se faz, como fenômeno inesperado
Necessário e que não se ausenta
E sabe a hora em que deve fazer o que é preciso
Com perguntas que valem mais do que respostas
A minha mão ponho à boca e faço silêncio
A quem me justifico, se não há justiça para tal
O bem que eu quero, o não quero o mal
Dualista, hora quente, hora frio
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