Google Pixel e a incorporação do Ethos

Kevvin Oliveira

Escolhemos para análise o novo smarthphone do Google intitulado Pixel, anunciado no dia 4 de outubro de 2017. O produto em si ainda está com pouco material promocional, entretanto escolhemos duas peças simples.

O principal fator atrativo desse produto é a marca que o vende, o Google. De acordo com a companhia, sua principal missão é missão é organizar as informações do mundo e torná-las mundialmente acessíveis e úteis. O novo Pixel traz consigo todos esses valores da empresa para um smarthphone, trazendo funções exclusivas como o Google Assistente. É um produto disponível em dois tamanhos e três cores, sendo a azul a mais procurada e que já se esgotou nas lojas.

O Google tem como principal missão a distribuição de informação. Estamos em um tempo no qual a informação é algo muito acessível. Como basta um toque ou os dizeres Ok Google para o seu Pixel e você pode fazer uma pesquisa rápida, o produto tenta um encaixe com esse contexto de vida num mundo interconectado pelas novas mídias. A publicidade, igualmente, busca expressar algo que se relacione ao universo de experiências cotidianas de seu target.

Entidades como o Google contribuem e ajudam as pessoas em tarefas do nosso dia-a-dia, sendo para anotar lembretes, fazer pesquisas, procurar localizações, ler e-mails, salvar fotos na nuvem etc. A cada ano, a indústria de telefonia móvel evolui e o Google trouxe este ano o Pixel, um telefone que quer proporcionar algo particular da empresa em cada toque, interação e momento que você estiver com o smarthphone.

A empresa expressa que o telefone pode trazer todas as experiências que temos fazendo todas essas tarefas pelo o computador, em um smarthphone de uma forma mais prática e facilitada. Sendo assim, um produto como Pixel seria uma extensão que auxiliaria as pessoas em suas tarefas cotidianas, que é o que se busca expressar enquanto ethos publicitário, sendo o produto, portanto, confiável para dividir tanto a responsabilidade quanto os momentos informais, ambos já registrados comumente em agendas ou outros recursos de smartphones hoje em dia. O corpo do produto é, então, metaforicamente, o nosso também.