As Universidades continuam tristes, elitistas e enfadonhas

Lambe-lambe no campus ECA-USP, na Cidade Universitária, zona oeste de São Paulo

Minha breve crítica às universidades, no aspecto geral, de tudo que elas têm em comum nos padrões pedagógicos. Apesar de sua contribuição na formação intelectual do cidadão — ofício obrigatório — , há uma balança que ainda aponta que as instituições de ensino superior mais castram e doutrinam do que ensinam a criar.

Algo me diz que não estão nas salas de aula os verdadeiros espaços de debate, criação e experimentação de conhecimento vivo, atuante, mais popular; o que impera supremo ainda é essa redoma intocável que distancia, monopoliza e reduz o conhecimento a disciplinas, padronizações e repetições.

Minha sede de conhecimento tem alergia a essa poeira cinza e velha que se acumula em todas as frestas do saber institucionalizado.

As universidades devem ser capaz de mais.

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