Na Oficina “descondicionamento do Olhar” com Cláudio Feijó no Paraty em Foco de 2015 — brincando com um gato da pousada enquanto fiquei sozinho (todos sairam para algo e eu não) — 2015–09–26 0064 — © Flavio RB

Meu “Descondicionamento do Olhar” com Cláudio Feijó

Alguns comentários (alguns bem pessoais) que quero deixar marcados em uma entrevista com Claudio Feijó que li aqui no Medium

Primeiramente, esses são comentários pessoais e não precisam ser lidos. Vá para a entrevista e tire as suas conclusões, você não precisa dos meus comentários:

A entrevista foi feita para o Paraty em Foco de 2015 e está relacionada a Oficina (eu chamo assim, tem gente que chama de workshop) “Descondicionamento do Olhar” que foi realizada nos dias 25 e 26 de setembro de 2015. Eu estava lá e participei dessa edição da oficina. Recomendo a todos que participem de alguma edição, é muito bom.

Ah! Você continua aqui e está interessado no que eu tenho a comentar.

Então, informo que algumas das observações aqui escritas está lá como minhas respostas (apenas copiei), mas alguns comentários estão somente aqui. Espero que não removam o texto original (a entrevista), pois esse aqui pode perder o sentido para quem está interessado no que tenho a dizer. Fiz uma impressão em PDF para garantir minha referência pessoal, mas não vou postar o texto completo em lugar algum, mesmo que o daqui seja removido. Minhas citações devem ser suficientes para o entendimento de quem está interessado no que eu penso.

É bom alertar, também, que não pretendo dar spoiler sobre a oficina. Mas estou escrevendo depois de ter participado de uma das edições e o “eu que escreve” está impregnado do que o modificou. Então, pode ocorrer, ainda mais que essa leitura me trouxe lembranças de coisas que preciso retrabalhar.

Vamos ao que interessa.


Um trecho que me leva para antes de eu começar a fotografar

Assistir o filme “Blow-up” (1966) do Michelangelo Antonioni também me marcou muito. Ver o personagem ampliando aquelas fotos e descobrindo um crime no parque, pra mim foi decisivo. Revelar as fotos, os mistérios por trás das imagens me encantam até hoje. Logo depois do filme, como tinha algum dinheiro guardado, fui a uma loja e comprei tudo que precisava pra começar a fotografar e revelar. [grifo meu]

Não assisti esse filme, ainda, mas creio que vou gostar pelo simples fato de parecer ter cenas dentro do ambiente para ampliações em papel.

Em todo filme que assisti em que havia cena em sala de ampliação de fotografia, antes mesmo de ter eu ter a oportunidade de estar em uma, ficava fascinado.

Sou fascinado pelo processo da fotografia e estar naquele ambiente (a sala de ampliação) me fascinava bem antes de eu estar pela primeira vez, quando assisti — como ouvinte — as aulas do curso Fotografia I (assisti ao Fotografia II também) na Escola de Belas Artes da UFRJ no início da década de 1990.

A sala escura para revelar negativos me era estranha, junto com todo o processo para os negativos. Mas, a luz castanha da sala de ampliação em papel preto e branco sempre me atraiu.

Revelar fotos é algo que me fascina e gostaria de poder fazer sempre. Ter tempo de me dedicar e estudar. Mas não posso me dar a esse luxo, espaço, tempo, necessidades de seguir a vida prática.

O processo atual, no digital, me é cansativo. Exceto pelo fato de eu estar passando a estudar o processamento digital e poder interferir no processo no nível que o meu conhecimento de programação (programação de computadores) pode me levar.

Entender o hardware da câmera digital, o funcionamento das impressoras e o comportamento dos pigmentos nos papeis ao ponto em que bons fotógrafos — que tratavam todo o processo — faziam com o entendimento dos tipos de filmes, papeis e químicos para a revelação é um objetivo meu.

A nova emulsão fotográfica é a tecnologia dos sensores no que diz respeito ao que era o negativo. Já a tecnologia das cabeças de impressão a jato de tinta é a novidade relacionada as emulsões no lado dos papeis para as impressões.

Estou estudando, mas ainda não tenho resultados para mostrar. O processo é lento e não existem atalhos — não tem como fingir que aprendeu.


Nesse trecho ele fala da irmã, está dentro de um contexto, vejam lá no texto se tiverem curiosidade. Meu interesse é só na parte grifada.

A Beth foi estudando, evoluindo e virou uma ótima professora. Desde essa época ela sempre se voltou muito mais para a técnica e eu acabei indo para o lado da linguagem, que era mais fácil pra mim. Linguagem é mais mentira, mais especulativa, o que eu inventasse valia. E fui inventando! [grifo meu]

Muitos amigos que me conheceram devido a fotografia (alguns que me conhecem além disso) tendem a colocar em mim o rótulo de estudante e altamente interessado, somente, na técnica.

Para eles, sou o cara que lê o manual das câmeras que não pretende ter e estuda em detalhe questões da técnica da fotografia.

Em parte eu sou culpado por isso e não me importo em ter esse rótulo.

Mas, isso é devido a algo um pouco mais amplo. Eu sou compulsivo em aprender detalhes de tudo o que envolva tecnologia, não é só com as câmeras fotográficas e não é só com a tecnologia relacionada a fotografia.

Tem a ver com tecnologia e parou na minha mão, eu lerei ou mexerei e tentarei entender.

Eu acho que poucas pessoas entendem que tenho grande interesse na especulação da linguagem fotográfica. Isso me atrai e essa frase “Linguagem é mais mentira, mais especulativa, o que eu inventasse valia. E fui inventando!” revela bem o que entendo como sendo essa parte da fotografia. É muito bom ler isso e, penso que, até para os “doutos e eruditos” é assim que se processa, mesmo sem a consciência plena disso por parte de quem fala e de quem ouve.


Será que devo parar de me dizer fotógrafo?

Nunca fui fotógrafo na vida. Minha mulher ainda acha que sou fotógrafo, mas preciso contar pra ela que não sou [risos]. Pra mim, você pode estar envolvido com comida e não ser cozinheiro e com a fotografia é a mesma coisa. Sempre fui muito curioso em relação a tudo isso. [grifo meu]

Estranhamente me identifico muito com essa parte. Mesmo me declarando fotógrafo, não me sinto (realmente) fotógrafo. Me sinto, apenas, um estudioso do processo fotografia, mas estudioso que não tem pretensões de explicar os processos para outros de maneira formal (apesar de fazê-lo, principalmente na questão técnica e tecnológica).

Acho que vai dar para entender mais sobre isso em comentários mais a frente. Se continuar sem entender, pode perguntar e espero ter condições de conseguir explicar e ser entendido.


Citar uma citação, ou seria uma frase de impacto da entrevista.

“Sempre achei que fotografia é política, ela tem que mexer com a sociedade, tem que trazer informação pra que você mude, que você repense o que está fazendo.”

E o complemento:

E não só beleza. Mesmo que a beleza e a estética de forma mais ampla tenham uma função também. Mas acho que a fotografia abre essa possibilidade de trazer o invisível que você projeta nela. Então, não acredito na boa foto, acredito no bom leitor, na pessoa que consegue olhar e interpretar a imagem.

A primeira parte me deixa intrigado e achando que eu deva agir, de maneira ativa e com grande força, para fazer fotografia como manifestação do que acredito. Deixar minha marca.

Ao ler essa parte (a primeira), logo de cara pensei em se tratar de um manifesto. Isso me fez refletir sobre o que eu estou fazendo.

Então, vem a leitura da segundo trecho, que somente percebi ao ler pela segunda vez para vir escrever aqui.

Essa parte, me faz a colocar em perspectiva o que desejo com a fotografia além da fascinação pelo processo técnico e a tecnologia que gosto de aprender.

Tenho o desejo de me manifestar, mas não necessariamente de que essa manifestação traga algo para mim na forma de eu saber que fiz algo que trouxe impacto a alguém. Isso é secundário.

Me manifesto por querer e não importa o que acham, pensam ou deixam de pensar. Se o outro gosta ou desgosta é irrelevante para mim, quem vê o que faço tem seu próprio caminho e não é preciso que concordemos com a interpretação.

Apesar de, eventualmente, ficar fascinado com as explicações que outros contam sobre o que eu fiz (gosto de aprender o olhar do outro).

Talvez, seja por isso que eu não coloco título em minhas fotos.

Hoje, gosto de pensar que isso nunca foi importante. Mesmo que, no passado, tenha sido e essa seja apenas minha forma de explicar e tentar “criar” o meu passado apresentável (criar a minha história, meu personagem).


Essa parte parece sintetizar o que tento explicar sobre mim no comentário anterior.

A fotografia pode ser um balde de poço, que tira de você coisas profundas. Mas ela não é controlável. E por mais que você queira controlar, não tem jeito ela é sempre interpretativa. Então, como a foto não está dita, você pode dizer várias coisas que mudam com o tempo, porque seu repertório também muda. [grifos meus]

Achei essas duas partes grifadas (por mim) reveladoras, na verdade o parágrafo inteiro é revelador, me inspira e me instiga.

Gosto de crer que todos pensem dessa forma, eu pareço pensar. Mesmo que não assumam, pois as necessidades pessoais para os seus caminhos o levam a ter outras afirmações, deve ser assim que as outras pessoas são (ao menos as pessoas ligadas as artes).


Uma parte que me fez enxergar a mim mesmo de outra forma. Creio que eu já via isso, mas a “revelação” veio nesse momento (quando ouvi isso na oficina).

“Pra mim o verdadeiro fotógrafo não se esconde atrás da câmera. O fotógrafo está no meio, entre a cena e a câmera. Filosoficamente falando, fotógrafo é o que vem aqui na frente e interpreta o que vai pra câmera.”

Estar na oficina e presenciar essa parte foi algo assustador para uma mim, que sempre usei a câmera para me esconder e estar de fora pois não desejava (ou evitava) me envolver como sujeito que interfere no mundo. Grande mentira par mim mesmo.

Ao mesmo tempo que eu tinha esse discurso de auto convencimento e de tentar convencer os outros com ele, acho que sempre houve a questão de saber que a minha presença existe e eu precisava me sentir parte do que olhava mesmo não sabendo lidar com isso.

Um dos pontos altos da oficina para mim. Sem dúvida.


Coincidência?

pra mim a autoria é umas das coisas que acabam com a criatividade na fotografia, devido a essa falta de generosidade.

Ser autor e professorar isso é acabar com o direito do outro ter a sua visão.

Eu vejo como muito egoísmo, o desejo que o outro enxergue exatamente o que eu quero que ele veja. Com a exata interpretação do que eu penso.

Começar a me envolver com o meu personagem pessoal (minha persona pública, chamo assim) de forma a sempre ter que reforçar essa imagem. Isso inibe qualquer busca pela autotransformação. quando faço isso, passo a estagnar dentro de meu próprio conceito e viro uma caricatura estática de mim mesmo, sem direito a aprender e mostrar algo novo. Desejo distância de ser assim.


A importância do caminho e não do destino.

Dou aulas em um curso para o desenvolvimento de projetos autorais e pelo segundo ano pedi para os alunos me trazerem não mais que seis fotos selecionadas. Eles entram em pânico, me perguntam: “Qual critério? Como vou selecionar apenas seis imagens?” E respondo “não sei”, o exercício é inventar critério. Pode ser uma foto diferente da outra, ou qualquer coisa do tipo. O que eu queria saber era do critério e não das fotos. [grifos meus]

E meu comentário que fiz lá na publicação:

O importante é o caminhar, nem o caminho nem o local de chegada.

Um pouco de meu pensamento. Creio que sempre pensei assim, mas não era algo consistente e consciente. Me sentia perdido e fraco/falho por ser dos poucos entre meus conhecidos que não tinha metas e objetivos. Tive depressão, me descobri distímico (*), encarei essa parte de meu pensamento como parte da doença e, finalmente, entendo que não é, e me aceito. Consigo planejar e entendo que o objetivo não é ser fiel ao plano o objetivo e caminhar seguro e consciente do que está fazendo.


Menos é mais!

“Então parto do principio que fotografia é critério. Fotografia é justamente você pegar pedaços, e se você fotografa muito, você não tira pedaço de nada.”

e

É preciso de menos, porque se faz muito e não se faz nada, não tem essência, só aparência.

Creio que quando se começa a fotografar, principalmente no mundo das câmeras digitais e da velocidade da comunicação da Internet, temos um deslumbramento de ter que fotografar e muito mostrar muito.

Eu fui assim, quando voltei a fotografar — depois de um tempo parado — já com câmera digital. Além de querer (poder) fazer muito, abandonei os conceitos e parti para a tentativa e erro que a facilidade de olhar na hora me proporcionava.

Parei. Menos é mais! preciso pensar, preciso escolher, preciso recortar o que desejo. Sou o senhor e não o escrevo dessa tecnologia.

Hoje saio sem câmera e faço fotos mentais, “perco” imagens lindas por não estar com a câmera e não querer ter um celular “top”. As imagens, mesmo perdidas, das fotos que não fiz, estão na minha bagagem de imagens. Minha biblioteca de exploração visual que exploro para pensar uma fotografia e fazer meu caminho.


Uma boa visão, mas…

Percebo dois tipos de fotógrafos hoje. O primeiro deles eu até gosto. Um tipo totalmente inconsequente e ensimesmado. Não estuda nem conhece nada. Vai fazendo e não pergunta pra ninguém. E o segundo é o cara que quer ser o melhor fotógrafo de um dia pro outro, por atalhos.

Não são só dois tipos. Quero trazer o tipo que eu me vejo.

Não desejo ser “o melhor fotógrafo” nem do dia para a noite nem nunca.

Estudo muito e conheço um pouco, não só de fotografia, mas de muitas coisas, em algumas dessas coisas me especializo.

Mas, entendo o recado. Para mim é um recado para os jovens que estão começando a trilhar seu caminho pela fotografia.


Uma grande lição.

fotógrafos perdem uma boa foto por dois “As”: o da ansiedade e o da ambição.
“A ansiedade o leva a clicar a foto antes da hora. E por causa da ambição de querer fazer algo incrível, ele deixa o momento passar. Então como saber quando fazer o clique? Pra isso, é preciso estar presente, cem por cento presente.”

Estar presente é a segunda grande lição que levei da oficina.

Nem me lembro se ele disso isso ou não. E mesmo eu não estando presente a tudo o que ele disse — teve um momento que optei por ficar fora — estive presente comigo mesmo e com o ambiente, pessoas e não pessoas (o gatinho da foto do início) do ambiente.

A prática da meditação é estar presente e não se ausentar na memória passada ou na expectativa de algo que pode ou não vir. Fácil de falar, difícil de praticar.


Tenho um pouco, falta e nunca levantei [Anotação de revisão: Grande mentira].

Dedicação, fazer mais e abaixar a crista. Não adianta ficar buscando um estilo. Estilo a gente faz depois que passa por ele, é natural, as vezes seu estilo é a coisa mais esdrúxula do mundo. [grifo meu]

Me dedico faz algum tempo a fotografia. É um hobby, apenas, mas leva grande dedicação.

Tenho feito pouco e estudado pouco. Estou me perdendo em tentar fazer todo o processo, tirando a fabricação de sensores (câmeras), impressoras e papel para levar a fotografia digital, em mim, como os desbravadores dos processos químicos fizeram no passado.

As vezes sei que sou arrogante, mas não é intencional. Eu posso estar em algum nível de um conhecimento num assunto e ainda não conseguir falar de forma simples sobre esse assunto — ainda não há domínio. Falha minha.

Além disso, a questão de estilo, parece não ser importante para mim. Acho que não estou buscando um estilo (um rótulo) para que alguém possa identificar e me atribuir para, com isso, dizer que me conhece ou conhece o meu íntimo.


Qual seria meu portfólio, se eu não busco estilo?

“Descondicionamento do Olhar” é a liberdade, inclusive de libertar os fotógrafos dos leitores de portfólio. Porque muitos deles falam sobre si mesmos e não do trabalho que está sendo mostrado. Por isso também não se pode acreditar plenamente no que te dizem numa leitura de portfólio. Já vi destruírem muitos talentos nessas críticas. Acho até que é preciso ter um curso de formação de leitores de portfólio. [grifos meus]

Uma só vez na minha vida tentei participar de uma leitura de portfólio. Foi um projeto no Centro Cultural da Justiça Federal. Recebi uma cartinha padronizada sem nada pessoal, escrevi um email para o projeto e disseram que aquele era apenas uma carta padrão e que o texto real da leitura ainda viria. Estou esperando, até hoje, pela carta do [acho que não devo colocar o nome do fotógrafo aqui].

Ainda tenho curiosidade de participar, é interessante ouvir o que outros dizem e tentar entender os processos pessoais do outro ao pensar sobre algo que é meu. Entender o outro no que ele tenda dizer sobre mim é algo que me estimula.

Meu comentário feito lá na publicação sobre esse segundo grifo:

Sim, Psicologia feito numa faculdade ou alguma especialização ou cursos de formação para alguma linha de terapia feita por não Psicólogos e até mesmo por estes.

Um leitor de portfólio deve deixar claro que é a visão dele. Além disso deve ter a sensibilidade de um Psicólogo quando tem que dar alguma orientação/sugestão.

Leitor bom é o seu amigo de verdade que quando não gosta diz logo na cara, quando gosta diz que gosta e quando gosta muito e é fotógrafo (ou qualquer outra atividade que o amigo esteja comentando), diz que está muito ruim pelo simples fato de que não foi ele quem fez. Esse é aquele amigo que inveja o que você fez e não tem vergonha de dizer isso, pois ele sabe que você é bom e ele queria ser como você e provavelmente é.


Aprender a ouvir o outro, meu sonho…

Tenho um roteiro básico, mas o que mais faço é ouvir. Consigo parar e ouvir uma pessoa por horas. Ouvir de verdade, sem fingir. Acho que por isso que sou terapeuta. Nos momentos em que eu “fujo”, é porque estou querendo dar um recado.

Ele sabe ouvir mesmo e tenho inveja disso. Apesar de eu já conseguir silenciar o exterior, ainda é uma luta conseguir silenciar meu interior para conseguir ouvir bem, ouvir de verdade. Tem curso — alguma técnica — para isso ou é só aprendizado pessoal?


Nessa entrevista esse é o ponto chave:

Cada um vai ser o que é e o que consegue.

Mais uma grande lição. Sou o que sou e o que consigo ser. Não sou objeto de atendimento das expectativas dos outros e tenho que estar consciente do que eu quero e do que eu faço por entender que algumas expectativas dos outros são negociáveis.


Finalizo aqui.

Recomendo muito que participem, tendo oportunidade, dessa oficina “Descondicionamento do Olhar”. Fui participar devido a recomendação de uma amiga e desejo participar mais uma vez para rever em mim e ter a experiência de grupo com outro grupo. Essa recomendação vale até para quem não é fotógrafo.


Mais uma observação final decidida antes de publicar.

Esse texto foi pensado originalmente para minha publicação “Sobre Fotografar”

Mas, ficou tão pessoal e sem grande relação com a fotografia, que decidi publica na outra “Outras coisas”:

E apenas colocarei (pode ser que, quando estiver lendo já tenha colocado) um aviso lá na outra, onde podem haver interessados.

Na Oficina “descondicionamento do Olhar” com Cláudio Feijó no Paraty em Foco de 2015 — Eu e o Claudio numa selfie com a fisheye — 2015–09–26 0084 — © Flavio RB


Revisões:

2016–06–04 — texto original;

2016–08–30 — revisado, com algumas alterações para acertar o sentido e deixar mais claro.