Crítica : O engano do enganado

Reflexão sobre o “empreendedor” brasileiro.

Não se engane, o antagonismo entre burguês e proletário ainda existe!. Não me refiro à modelos políticos, mas sim sociais.

Acontece, que hoje em dia tem muito proletário achando que é burguês!

Não me refiro à posse, mas sim à pose. Daquelas de selfie.

Pessoas que se esqueceram da faina, da lida, do labor. Se acostumaram com a retórica social e esqueceram de se situar.

Vivem as custas dos próprios proletários, ora como líderes, ora como representantes, ora como fiscais, donos de butecos, de padarias, de franquias descsrtaveis; políticos e etc. Acreditam, que por estar próximo do burguês, já são convidados a se sentar à mesa, mas se esquecem do que são.

Um escravo jamais senta à mesa com o mestre, ao menos que seja para falar de trabalho.

Logo logo a ficha vai cair, pois burguês não lida com proletário, afinal este ainda representa um cu$to para aquele. Burguês lida com burguês, e só para negociar, discutir fronteiras e divisas. Burguês gosta de liberdade, do lucro, do ego, da arrogância, do poder.

Em breve muitos desses proletários retornarão à prole. Voltarão como filhos aventureiros, estarão em busca de identidade.

Não a encontrarão pois já não serão mais proletários. Pois, quando escolhemos um lado, não somente escolhemos um, mas também negamos o outro.

Esses negaram a prole, negaram a si mesmos

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