O futuro é um rio nem tão gelado assim

Tá todo mundo com medo de 2016, coitado. E olha que ele ainda nem fez nada. [E olha que nem é ele que faz, é a gente].

OK, é compreensível. Esse medo de um ano novinho tem a ver com um outro medo nosso, antiiiigo e bastante cultivado por nossos ancestrais: o medo do futuro.

Uma boa notícia.

O futuro é aquela coisa desconhecida, imprevisível, com cheiro de novo e repleto de perigos, cujo caminho ninguém sabe direito onde pega muito menos onde vai dar.

Estamos no exato momento em que futuro deixa de ser previsão e passa a ser ação. Futuro vira matéria prima, inspiração pra acordar, fórmula pra mudar e trilha pra seguir cada dia com mais segurança (pra gente mesmo e pro mundo).

Pra ficar ainda mais fácil, vamos de metáfora. Jesus gostava e a gente também adora.

Vamos?

Não sabemos se é fundo ou o que tem depois da curva, simplesmente porque estamos evitando ao máximo molhar, que seja, os pés.

Parados na margem, estamos esperando algum corajoso pular pra ver o que acontece.

Acrescentando o mercado nesse cenário, podemos ver ainda mais longe. Milhares de marcas [potenciais nadadoras, com muito fôlego e preparo] paradas alí na beira, de terno e gravata, pensando o quanto essa água deve estar gelada.

Agora, dá uma olhada pra gente, daqui de dentro, acenando pra você. A gente já mergulhou de cabeça há algum tempo nesse nem tão assustador futuro e pode dizer algumas coisas [de experiência própria]:

:: A água nem é tão gelada assim. No começo existe um choque. Depois, o corpo se acostuma e a gente se sente incrível por estar sempre em movimento.
:: Aprender a nadar é muito mais divertido do que ficar parado xingando a possível água gelada.
:: Nadar é muito mais saudável do que cultivar o medo. Porque com o esforço a gente se fortalece, já com medo, ficamos apenas paralisados.
:: O futuro é daquelas águas que, quanto mais a gente nada, mais longe a gente vai. E isso nos leva inevitavelmente a um mar novo. Essa sensação é particularmente indescritível.
:: A ideias de estar aprendendo e criando ao mesmo tempo faz valer cada braçada.

Se você sabe nadar [e provavelmente sabe porque é instintivo] pula logo. Se não, vamos juntos, primeiro os pés, depois o corpo até que você mergulhe por inteiro. Estamos aqui justamente pra colaborar com esse mergulho.

Vem, a água está ótima!

E é só nessas águas que a gente consegue atravessar o mundo a nado, abandonando uma segurança de margem imaginária para se jogar de vez no oceano azul.

Agora, tome um bom fôlego e manda um email pra gente.
É hora de ir muito além.

Marcela Bueno
marcela@vaiformiga.com.br

A Formiga é uma aceleradora de marcas em direção ao futuro.
Vamos começar?

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