Descubra até onde o conhecimento e uma mente curiosa podem te levar

Como nós aprendemos? Como ser inventivos? Por que ficamos menos criativos conforme envelhecemos?

Átila Iamarino, biólogo, pesquisador e criador do canal Nerdologia, embarcou na jornada pelo conhecimento para responder essas e outras perguntas.

No primeiro vídeo da série, conversamos com o professor Marcelo Zuffo, do Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (CITI-USP). Sua jornada pelo conhecimento teve início com uma calculadora programável em linguagem BASIC. Nela, ele desenhou os primeiros objetos em 3D que o levaram a dedicar a carreira à realidade virtual e se tornar referência nesse assunto.

Fomos então entender melhor como funciona a realidade virtual e quais as suas aplicações. Com a palavra, o professor:

“A indústria percebeu que ela tinha que usar a realidade virtual para acelerar seus processos de engenharia quando no meio do caminho tinham processos críticos, ou seja, processos em que você pode ter incidentes ou acidentes críticos que envolvam vidas humanas ou qualidade do produto.”

No CITI-USP, Átila continuou o bate-papo sobre inventividade e diversidade na ciência com a professora Roseli de Deus Lopes.

“No berçário, todo mundo é cientista”

Roseli reforça a necessidade de incentivarmos, nas crianças, o pensamento crítico sobre a realidade que nos cerca. Dessa forma, a possibilidade delas se tornarem pessoas inventivas, capazes de fazer as perguntas certas para os problemas do dia a dia, aumenta. “A gente se surpreende como os jovens, tão jovens, conseguem desenvolver projetos com muita profundidade”, afirma.

Um outro assunto importante abordado por Roseli é a da diversidade na ciência. Para ela, é preciso ter atenção não apenas à questão de gênero, mas a um sentido mais amplo do significado desse termo. Ela propõe o seguinte:

”A gente precisa ter nas nossas universidades pessoas que venham de origens diferentes, de lugares diferentes, de condições sociais diferentes, de etnias diferentes, para que elas possam criar produtos que sejam adequados a todo mundo”.

Assista abaixo ao “Nerdologia: como ser inventivo?” e entenda como funciona a nossa mente na hora de aprender e como podemos estimulá-la para manter essa capacidade sempre afiada:

“Se quisermos continuar aprendendo e reagir a mudanças, fazemos bem em manter a curiosidade e o interesse por conhecimento além do assunto que dominamos. Afinal, a gente ainda tem muito o que descobrir sobre como o mundo funciona”
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