Movidos pelo conhecimento

Há 25 anos, a Fórmula 1 passava por uma transformação.

Os carros começaram a ser dotados de tecnologias até então jamais vistas na categoria, com inovações que iam desde a suspensão ativa, controlada eletronicamente, até o sistema de freios ABS, que impedia o travamento das rodas e logo passaria a ser adotado também em carros de passeio.

Somados ao talento dos pilotos, esses avanços fascinavam quem sintonizava a TV nas manhãs de domingo — como era o caso de Ana Carolina, aqui no Brasil, que assistia às corridas junto com seu pai, apaixonado por automobilismo. Mesmo muito jovem, Ana já pensava em construir seus próprios carros.

Do outro lado do Atlântico, na Inglaterra, o pequeno Neil Houldey simulava em sua pista de brinquedo os Grandes Prêmios da vida real. Também influenciado pela paixão pelo esporte a motor, ele já começava, desde cedo, a demonstrar curiosidade por esse universo e a observar tudo ao seu redor, tanto na natureza quanto na ciência.

Em paralelo, duas jornadas pelo conhecimento começavam a ser trilhadas. Enquanto Ana estudava para se tornar Engenheira Mecânica, Neil via sua carreira ser guiada para se tornar engenheiro de carros de corrida. Prova após prova, essa vocação ia se desenhando — até o momento em que ele adquiriu confiança suficiente para tornar seu sonho realidade:

O carro McLaren se destacava naquela época. Os detalhes, a complexidade do motor, a engenharia de um carro de Fórmula 1… decidi que era com aquilo que eu gostaria de trabalhar. Eu queria trabalhar com Fórmula 1 e, especificamente, com a McLaren.

Hoje, Neil é engenheiro no McLaren Technology Centre (MTC), situado em Woking, nos arredores de Londres. Ana, por sua vez, trabalha em nosso Centro de Pesquisas. Ela explica um pouco da sua rotina:

Meu trabalho envolve principalmente a gasolina. Fazemos testes de performance com o produto, testes de depósitos em válvulas, bicos, câmara… muitas das tecnologias desenvolvidas para a Fórmula 1 vão sendo adaptadas e trazidas para os carros de rua.

Sem terem planejado, ambos trabalham em parceria — a parceria tecnológica que aproxima Petrobras e McLaren para o desenvolvimento e aprimoramento de produtos. Ana Carolina conclui:

Não adianta só aprovar e fornecer um combustível. Precisamos ter melhorias contínuas durante a temporada — afinal, trata-se de uma competição e todas as equipes estão em busca do melhor.

O fio condutor desta história é a busca pelo conhecimento. Quer saber mais? Acesse nosso site e veja como estamos acelerando em conjunto com a escuderia britânica na busca de soluções para o desenvolvimento de combustíveis e lubrificantes.