Analise: olhe pro todo pra unir o que é semelhante e destacar o que é diferente

Olar! Tudo bem por aí? Aqui, como é de se esperar nessa época do ano, posso dizer que tá bem corrido.

E como está assim corrido pra todo mundo — dezembro já tá abanando pra gente e com ele vêm as festas, os conteúdos que precisam ser adiantados, os clientes que precisam ser atendidos e conquistados, as vendas que precisam ser feitas, ufa! — vou direto ao ponto 3 da nossa lista de 4 palavrinhas que ajudam a definir o posicionamento ideal de uma empresa nas redes sociais.

Já tivemos o momento de ENTENDER e depois de OUVIR . Agora, precisamos ir além, precisamos…

De que adianta recolher uma infinidade de dados se você não der atenção?
De que adianta deixar esses dados soltos e não transformá-los em informação?
Mais do que simplesmente ouvir, precisamos saber quais questões queremos responder e analisar o que ouvimos atrás dessas respostas.

Afinal, a fórmula é bem simples:

Dados -> Informação -> Insights

No meio do que ouvimos podemos buscar e identificar:

  • Percepções sobre a empresa
  • Necessidades das pessoas
  • Julgamentos de valor sobre as atitudes, ações, posturas
  • Possibilidades de investimento do dinheiro (clientes em potencial, necessidades de consumo)

O importante é olhar pro todo pra unir o que for semelhante (e entender um fluxo de consumo, por exemplo), destacar o que for diferente, único (e identificar uma nova tendência de consumo ou de comportamento)

“Mais importante que isso é monitorar quanto a utilização desses sistemas contribui para uma imagem de marca mais favorável entre os consumidores. Ou seja, medir a influência que a marca possui sobre os milhares de diálogos que ocorrem diariamente nas redes sociais.”
(Marcelo Coutinho)

Pra analisar, a gente pode contar com algumas ferramentas online gratuitas. Vou comentar algumas que são fáceis de usar, super intuitivas:

Google Trends — mais do que acompanhar as tendências de interesse a partir das buscas, permite comparar entre marcas, nomes, termos buscados. No menu Explore, permite ainda uma análise bem segmentada, considerando período, localização e assunto macro de interesse (você pode saber o que pessoas do RS pesquisaram sobre cinema nos últimos 30 dias, por exemplo).
Trends24 — mostra os Trending Topics hora a hora, nas últimas 24h. Permite acompanhar o interesse por um determinado assunto e o desempenho dele enquanto tendência. 
YT Trends — mostra os vídeos que estão bombando em views. Pode servir de referência de interesses, de conteúdo, de práticas de comunicação (ou do que não fazer, é claro!).
NeoMam — é um mapa mundo de tendências. A gente clica em qualquer lugar no mapa e o site mostra os trends de busca por assunto.
Hashtag.org — é só digitar a hashtag na busca e ver as últimas 24h de vida dela.
Social Mention — sistema de busca por termo. Detalha sua força, as palavras-chave associadas, os usuários mais envolvidos, hashtags associadas.
Social Searcher — faz buscas em diferentes redes (incluindo Facebook e Instagram), inclusive filtrando por rede e período.
Shared Count — analisa o desempenho do compartilhamento de um link no Facebook, Pinterest e Linkedin
KeyHole- free por 30 dias. Pesquisa por hashtag ou palavra-chave e 
gera gráfico de pico de menção de termo, usuários mais engajados, usuários de maior alcance.
Google Alerts — por último mas não menos importante. Que atire a primeira pedra quem nunca usou os alertas do Google pra monitorar a própria marca? Ou a concorrência? Ou um nicho de mercado? Ou todas as opções anteriores? ;-)

Parece que eu falei demais, não é mesmo?

Mas eu ainda quero ouvir você!

Você ouve atentamente seus clientes? Ouve apenas o que eles falam diretamente pra você ou está atrás de tudo que falam da sua marca nas redes? 
E mais: como você faz para analisar o que eles dizem? 
Conta pra mim, vamos conversar sobre isso!


Vai anunciar no Facebook ou no Instagram? Então anota aí: a primeira coisa que você precisa fazer é se perguntar “o que eu quero com esse anúncio? Qual o resultado que eu espero?”.

E aqui não estou falando de “quero vender R$ 3,5 mil” mas sim de “quero vender” ou “quero que as pessoas conheçam minha empresa” ou “quero que se cadastrem na minha news”.

O objetivo do anúncio — ou, como o Facebook fala, a meta de marketing — é estabelecido a partir de um tripé de ações que podemos buscar da audiência:

Vamos ver mais de perto cada ponto de contato com a audiência?

Prestar atenção — o momento de fazer as pessoas conhecerem sua empresa, de ganhar o reconhecimento delas. Pra isso, seu anúncio pode ser de reconhecimento da marca, alcance ou visualizações do vídeo.

Envolver — ok, seu cliente em potencial sabe que você existe, maaaas ainda é potencial. Não é cliente, precisa conhecer melhor seu produto ou serviço. Faça com que ele se envolva com você usando os anúncios focados em tráfego (para o seu site, e-commerce, blog), geração de cadastros (na sua news, no seu informativo de vendas, na sua revista online), envolvimento (engajamento com seu conteúdo), visualizações do vídeo (também é engajamento, mas focado em consumo do seu conteúdo), mensagens (faça com que sua audiência fale com você) e instalações do aplicativo (caso você tenha um, é claro!).

Agir — as pessoas já conhecem sua marca, já sabem o que você faz, a qualidade do seu serviço, onde encontrar você. O que falta? Converter! Fazer as pessoas agirem e, pra isso, seus anúncios podem ter como meta conversões online (vender!) ou visitas ao estabelecimento (caso você tenha um ponto de venda fixo).

Sabendo disso, você já pode começar a organizar uma rotina de anúncios. Pense no fluxo: você precisa chamar a atenção de quem ainda não conhece sua marca, envolver quem já está com você e fazer cada um agir, ou seja, comprar.

Pra isso, você precisa de posts impulsionáveis, ou seja, que preferencialmente respeitem o limite de 20% de texto na imagem. Também é importante ter uma call to action: converse, chame as pessoas, faça com que elas ajam (curtam sua página, comentem seu post, cliquem no seu link).

Mas o mais importante: cada ação demanda um anúncio e cada anúncio demanda um conteúdo único. Você não vai falar com três públicos diferentes — e tendo três objetivos diferentes — com a mesma imagem e o mesmo texto, né?

Na semana que vem vamos falar mais sobre a importância de um calendário editorial e, claro, de uma programação de mídia.


#Vem2018: tem ano novo chegando e o pessoal do Social Media Today já juntou diversas ideias e tendências que estão espalhadas por aí nesse infográfico fofo. E quais são as grandes tendências? Live streaming, vídeos, chatbots, realidade aumentada, ações com influenciadores e conteúdo efêmero (e dalhe stories na galera).

#SomosTodosInstagram: o brasileiro sempre early adopter #v1d4l0k4 das redes é destaque também no Instagram. Somos 50 milhões de pessoas e, com isso, ficamos em segundo lugar no ranking de países na rede de fotos, sabia? Essa matéria da Folha tem mais alguns detalhes sobre isso.


E por hoje é só, pessoal!
Nos vemos na próxima segunda-feira, última semana de novembro, última semana do nosso quarteto fantástico do posicionamento ideal.

Agora, tira um minutinho e me manda aquele email amigo (pra pl.conteudo@gmail.com) pra contar o que está achando das nossas conversas. Ou, pelo menos, pra me sugerir qual série ou filme vai ilustrar a próxima news. #AjudaLuciano

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