Gerando engajamento nos clientes de Coaching com o Play-Driven Design

A metodologia Play-Driven Design pode ajudar no engajamento de seus clientes de Coaching e estimular a produção espontânea de conteúdo para o seu negócio.

É notável o número de profissionais que estão passando a se dedicar a um trabalho autônomo na área de coaching, seja para dar orientações sobre estilo de vida — coaching de vida (life coaching) –, seja para dar apoio a pessoas em fase de transição na carreira.

Imagino que alguém em processo de mudança de carreira e de recolocação profissional precisa contar com uma autoestima elevada para transmitir segurança, o que vai influenciar em seu relacionamento com headhunters e em seu networking.

Um Coach (profissional de Coaching) vai, então, buscar o que motiva essas pessoas. É o primeiro estágio do Play-Driven Design: Identificar.

A identificação pode se dar pelo método mais confortável para o profissional de coaching, aquele em que ele tem mais experiência para este mapeamento. Pode adotar os tipos de personalidade listados por Carl Jung, os tipos de player personas desenvolvidos por mim, ou outro que lhe convenha.

Estimulando a produção de conteúdo de forma espontânea

É nessa hora que você, como coach, precisa engajar os seus coachees (clientes do coach).

Vamos supor que você utilize as player personas como forma de identificação do perfil dos seus clientes. Procure, por exemplo, identificar os seus heroes (“heróis”). O prazer de um hero está em ser reconhecido pelo grupo.

Com os heroes identificados, convide-os a gravar um vídeo sobre um assunto que eles dominem; algo que você pode compartilhar no YouTube ou publicar no seu blog, que eles assinem como autores convidados (guest post).

Ao mesmo tempo que você trabalha a autoestima de seus clientes heroes, eles produzem conteúdo de forma espontânea para você e seu negócio. É o princípio do Play-Driven Design.

Gerando engajamento entre seus coachees

O segundo estágio do Play-Driven Design consiste em “Engajar”, e isso envolve a aproximação entre seus clientes. Por isso, o conteúdo produzido por seus clientes é “jóia preciosa” para ser compartilhada com os demais coachees.

DICA: entre as player personas, os clientes do tipo diver (“mergulador”) adoram aprofundar seus conhecimentos.

Junto com um hero, você pode elaborar um ebook ou um “checklist” e deixar disponível para download em seu site. Com isso, você alimenta a demanda de seus clientes do tipo achiever (“executor”), que têm prazer em fazer coisas e buscam recursos que fortaleçam suas atividades.

Criar um grupo fechado no Facebook sobre Transição de Carreiras pode ser uma ótima estratégia para estreitar relacionamento com seus clientes e prospects. Isso vai envolver principalmente as player personas do tipo socializer (“socializador”).

Aos poucos, você vai perceber que a ação de um tipo de player persona pode estimular a interação com outro tipo de player persona. Faz sentido para você?

Entregue uma experiência

No final, você tem que “Entregar” a experiência que cada cliente busca. Essa é o terceiro estágio do Play-Driven Design.

Tente analisar a sua “entrega”, seja por um formulário, uma pesquisa via Net Promoter Score, ou até mesmo uma mensagem para cada cliente via WhatsApp, para saber se a experiência (conteúdo) tem agradado, se eles querem aprofundar algum tema, e que outras ações lhes interessam e fazem parte de suas expectativas.

Otimize o seu negócio de coaching

O quarto estágio, e central, do Play-Driven Design (PDD) é o “Otimizar”.

Aqui está uma especificidade: enquanto as outras metodologias geralmente deixam para otimizar no final do processo, e às vezes são tão complexas que você nem consegue aplicar todos os estágios delas, no PDD a otimização acontece a todo momento.

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The Play-Driven Design Methodology

The Play-Driven Design Methodology[/caption]

Você precisa ficar sempre de olho para saber se está conseguindo identificar e engajar suas player personas. Afinal de contas, seu objetivo é entregar uma experiência otimizada, aprimorando todos os estágios do Play-Driven Design.

Se a maneira como você busca identificar o tipo de personalidade e a motivação do seu cliente não está eficiente, é certo que vai ter dificuldade em engajá-lo.

Foco nas melhorias contínuas!

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