O Vazio, I

Imagem de Gabriel F.

Existem muitos tipos de vazio. O espiritual, o sentimental, o físico e o abstrato. Em todos eles, algumas coisas se destacam como comuns. Mas, afinal, o que é o vazio filosófico?

Antes de tudo, o que é filosofia? A filosofia é o ato de amar pensar e discutir. Para ser um filósofo ou um sociólogo, não há necessidade de formação acadêmica, embora haja essa opção; para ser um filósofo basta divulgar suas ideias, seus ideais, seus pensamentos mais íntimos sobre o mundo e a sociedade — por natureza, os pensamentos devem ser equilibrados e devidamente organizados.

Existem muitos pseudo-filósofos, aqueles autores de filosofias de para-choque de caminhão. Mas filósofos, mesmo, são aqueles que possuem ideias de verdades iguais ou diferentes do senso comum, o “politicamente correto”. Ideias, essas, que impõe e expõe várias vertentes de pensamentos e caminhos para a ética e moral.

De toda forma, toda nova filosofia contemporânea, implicitamente, corrobora para a criação de uma ética e moral divergentes da do senso comum — ou de uma que o completa.

Antes de entendermos o Vazio Filosófico, ante minha visão, narrarei os passos que antecedem-no. Afinal, o vazio é o nada, mas para haver vazio, outrora deveria haver alguma coisa. Como no Cosmo, onde é o vácuo, outrora fora lugar da energia de expansão do big bang.

Essa será uma série de textos meus sobre o Vazio Filosófico e esta é apenas uma introdução suave e simplória do tema. Espero que gostem do que há por vir!

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