#1. A quase perfeita mulher de família
Minhas histórias são sempre inspiradas em casos reais.
Recomendado conhecer Luciana antes de ler esse episódio.
Altos gemidos e barulhos de fortes bombadas tomavam conta de um corredor em um Resort & Spa no litoral, são exatamente 23:30 de uma noite quente onde estava acontecendo uma balada tropical. De dentro do quarto 16 se podia ouvir Lu, metendo descontroladamente com Fernando, um cara que conhecia aquela dia.

… Alguns longos anos de namoro para uma jovem como Lu, normal fazer com que qualquer garota em sua idade tivesse a sensação de “dever cumprido” na vida amorosa - em sua mente configurada com os velhos conceitos de sua família - já estava certo de que o próximo passo seria concluir a faculdade, se casar em uma linda cerimônia na presença de sua família, amigos e inimigas.

Ela tinha um corpo feito para o pecado, bem cuidado da cabeça aos pés, sempre de salto alto sexy e calcinha fio dental (mesmo que bege), roupas que favoreciam suas curvas. Bem diferente de quando perdeu sua virgindade, quando depilar a bucetinha ainda era luxo e pura questão de higiene.
Muito recatada e tímida, Lu tinha um grande defeito, que constantemente era aproveitado por seu namorado, o toque. Sua bucetinha clarinha e um grelinho saltado destacava sua sensibilidade, com um leve toque se abria como uma flor e pelos próximos segundos se tornava extremamente vulnerável ao ataque.

De toque em toque Lu passou a acender seu fogo, cada vez mais, aprendendo novas posições, lugares arriscados, roupas, tudo para que a coisa ficasse cada vez mais quente. Logo quase todos os motéis da cidade foram visitados por ela e Carlos seu grande amor e namorado há anos.
Carlos era um completo apaixonado e namorava a muito tempo, inclusive sendo o primeiro homem de Lu, desde então foram cúmplices e companheiros de classe na mesma escola do sexo, cumprindo responsavelmente suas presenças nesses diversos motéis da cidade.
Se as paredes desses motéis pudessem falar, com toda certeza seria uma história muito longa, cheia de detalhes quentes e que não daria pra desviar a atenção um segundo sequer. Luciana aprendeu a cavalgar como poucas, cuzinho empinado, agachada ou com o pezinho em cima das coxas, uma delicia. Mas sua especialidade é e sempre foi meter d4, parecia um dom, seu namorado nunca de longe havia experimentado algo desse sentido.

Apesar de saber meter bem, inovar não era seu ponto forte, algo do qual os homens precisam tanto e não era diferente em seu relacionamento. Desde quando perdeu sua virgindade aos 18 anos, nenhum outro homem havia experimentado todo esse seu dom natural. Em seu pleno conforto sexual, Luciana nunca pensou que sua falta de “experiência” fosse algo ruim para a relação, pelo contrario, sempre acreditou que essa exclusividade, fosse a chave principal para sua relação. Seu namorado também nunca.

Essa exclusividade trazia conforto para ambos na relação, principalmente para ela. Seu namorado apesar da mesma idade, se aventurou pelas noitadas a fora, volta e meia após deixa-la em casa, saia para gandaia nas escuras com seus amigos — como o típico bacaba pós-aborrecente — na certeza que ela nunca faria o mesmo. Luciana como falamos, era uma “garota de família”, de tradição, uma família completamente machista, seus pais nunca permitiram uma traição por parte dela. E ele usava isso a seu favor.
Entre um erro e outro, seu namorado entendia cada dia mais o quão boa sua mulher era na cama, entre uma noitada e outra, teve a oportunidade de degustar um pouco mais do mundo, conhecer novas pessoas e ter noção para “comparar”. Algo que nunca havia acontecido com ela.
Apesar dessas oportunidades nas escuras ser algo totalmente errado e incompreensível para alguém como Luciana, elas geraram bons frutos para o relacionamento, tanto do lado sexual quanto para os momentos de lazer. Seu namorado pôde aprender novas posições, jeitos, movimentos, gostos e cheiros. Como os meios não justificam os fins, de forma errada ele acabou ajudando na manutenção e melhora da relação.

O sexo foi evoluindo e com toda essa prática, Luciana desenvolveu sua melhor posição na cama, ficar d4, isso era quase que um desafio para ela, era como se ela estivesse trabalhando para aquilo cada vez mais ficar melhor e melhor, tinha que ter bombada forte, e não parar. Seu namorado não se continha, guardava todas as suas energias para essa posição, o suor após o sexo e a respiração funda eram provas de que valeu cada minuto.

Determinado dia, bêbados, após uma noite inteira de curtição na balada com os amigos, foram direto para um motel, com todo aquele tesão pós festa e aquela excitação para chegar logo, seu namorado não perdeu tempo, ainda no estacionamento da festa, agarrou ela e foi direto massagear sua bucetinha gostosa, foi o que bastou para a sacanagem rolar durante toda a viagem… mão naquilo, aquilo na mão, musica alta, beijos e chupões no pescoço. E o boquete nada? Sim, nada… Luciana o que tinha de boa d4, nada fazia com sua boquinha, ainda.
Enfim no motel, as dedadas e passadas de mãos pareciam não deixar a dupla entrar no quarto e dar espaço para uma madrugada de muita sacanagem e amor. Luciana se empolgou, novamente ficou cega pelo prazer e trepou gostoso por 10 minutos até ela ficar d4 e se preparar para seu show particular, cuzinho fechadinho bem empinado, bucetinha bem melada de sexo, pernas abertas e olhar de quem quer muita coisa…

Como ela sabe que convites feitos com essa delicadeza e safadeza não costumam ser rejeitados, logo recebeu uma chupada gostosa para lubrificar ainda mais aquela bucetinha, foram bombadas sem parar, quando ele parava para respirar, ela rebolava e bombava com sua bunda bem empinada. Seu namorado, já não aguentava mais, mas ela parecia estar apenas começando… Após 2 minutos seu namorado gozou muito em sua bucetinha, mas olhando para o espelho do motel, Luciana de olhos fechados continuou bombando, não ligava para o fato do namorado ter gozado, ela continuou bombando e rebolando com o objetivo de aproveitar cada segundo aquele final de ereção.

No dia seguinte essa cena permaneceu durante todo o tempo na cabeça do seu namorado, um misto de tesão e decepção com sua própria performance estava em questão, ou seria a evolução dela nesse quesito que ele tanto a incentivou?
Inúmeros pensamos vazios levavam à: Ela era uma puta na cama e ele adorava isso.
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Seu namorado sabia que estava com uma bomba relógio na cama, os negócios já consumiam boa parte do seu tempo que usava para manter sua relação a 1000, seus desempenhos na cama começaram a piorar unido a inúmeras discussões sem sentido e cobranças desnecessárias.