Deambulando pelo fantástico mundo dos wireframes

Post escrito por: Joao De Brito

Aqui começa a parte fun. Aquela dos bonecos. Aquela do desmoer. Aquele momento que aguardamos desde o início do projecto mas por muito simples que sejam, são bonecos. Formas invariáveis de despejar o nosso conceito e as nossas ideias que borbulham na cabeça desde que recebemos o briefing.

Se aliarmos estas ideias com a análise toda que se fez desde o início chegamos a uma grande conclusão. A parede branca, insípida e estéril de cor e formas chegou.

Batemos de frente. E isso é bom.

Bom porquê? Porque como designers temos pouco tempo para pensar, para analisar, para nos colocarmos no mundo do marketeer e acabamos por nos esquecer que isso é importante e traz um grande proveito aos nosso bonecos. Se a totalidade do processo é necessária ou não para o culminar de um projecto então teríamos que todos nós sentarmos numa esplanada e discuti-lo. Como estudantes desta nova (velha) profissão temos que as fazer para perceber a ligação do processo, da forma, do intuito e acima de tudo do objectivo.

E o wireframe serve para matar tudo. Bem me lembro de dizer aos meus colegas de grupo no início do projecto que todas as ideias que despejávamos iriam bater na trave mais à frente. Felizmente foram poucas mas as que ficaram neste momento têm um peso e um processo feito que as defende, que as hierarquiza e que protege o ponto fundamental deste projecto:

Conceito.

Logicamente, não dediquei este post no Medium ao que fiz no wireframe mas sim à parede que bati quando comecei o processo.

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