É a liberdade de poder beijar quantas e quais bocas quiser sem dar nenhuma satisfação; mas também é vontade de ter alguém abraçado pra dormir juntinho naquelas noites mais frias em que o coração pede por alguém para chamar de “meu amor”.

Chega nessa fase da vida e é inevitável: você se questiona constantemente sobre seus relacionamentos amorosos — ou a inexistência deles. O calendário ameaça a chegada do tão temido 12 de junho. E agora? Você está satisfeito com a sua condição romântica?


O amor pode se manifestar das mais diversas maneiras: seja aquela pessoa que você roubou um beijo na balada e não vê a hora de encontrar mais uma vez; seja aquele namorado que mora longe e vem fazer visita nos finais de semana; seja quem mora juntinho, lado a lado. Seja se surgiu de uma amizade antiga, da indicação de um amigo ou de um match no Tinder. Seja se for amor de verão (ou de inverno mesmo, daqueles que quando se abraçam contrariam a lei da física que diz que dois corpos não ocupam um mesmo lugar), seja se for amor de anos e anos. Seja amor.

amor
substantivo masculino
1. forte afeição por outra pessoa, nascida de laços de consanguinidade ou de relações sociais.
2. atração baseada no desejo sexual.”

Escolher com quem dividir a cama de solteiro ou aquele pote de sorvete de creme não é tarefa fácil: requer cuidado, atenção e principalmente vontade. De nada adianta querer receber rosas vermelhas e declarações no whatsapp às três horas da manhã; também tem que estar disposto a comprar duas caixas de chocolate no final do mês e a ouvir o outro, que entre lágrimas e soluços, diz que não está aguentando mais aquele período difícil na faculdade. 
Amar é entregar um pedacinho de si sem saber onde o outro vai colocar, mas confiar e acreditar de olhos fechados que ele vai escolher o melhor lugar. É falar e ouvir, é receber e se doar.


Aos leigos de plantão, um aviso: o amor chega para os desavisados.

Feliz dia dos namorados! (mas se você não tiver um/a, eu aceito dividir um brigadeiro de panela ;)


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