Auxiliar de serviços gerais é arrastada enquanto era socorrida por viatura da PM

A auxiliar de serviços gerais Claudia Silva Ferreira, de 38 anos, foi vítima de bala perdida durante troca de tiros entre PMs do 9ºBPM (Rocha Miranda) e traficantes do Morro da Congonha, em Madureira, em março de 2014. Enquanto era socorrida numa viatura, a mulher caiu do carro policial e foi arrastada por cerca de 350 metros até que os militares percebessem a queda. Ela teria chegado morta ao hospital.

No mês seguinte, a policiais civis da 29ªDP (Madureira), realizaram uma reprodução simulada da morte de Claudia para tentar descobrir de onde partiu o tiro que atingiu a auxiliar de serviços gerais. A reconstituição do caso teve cobertura da imprensa, mas o laudo pericial até hoje não foi divulgado. Em novembro de 2014, o portal G1, fez uma matéria informando que os PMs haviam se livrado de responder pelo crime na justiça comum e responderiam à ação apenas na justiça militar. Já em março de 2016, o jornal Extra fez uma matéria dizendo que, passados dois anos da morte de Claudia, os policiais envolvidos no caso ainda estavam em liberdade e ainda não haviam sido julgados. Para essa reportagem, o jornal chegou a procurar a família da vítima.

https://extra.globo.com/casos-de-policia/dois-anos-apos-morte-de-claudia-arrastada-por-viatura-pms-nao-foram-julgados-18884993.html