Musas

ilustrações de Henrique Gonçalves e texto de Bruno Pantoja

Na antiguidade clássica grega existiam esferas de manifestação humanas que transcendiam o terreno do ordinário. O belo por exemplo, era algo acessível apenas por intermédio da inspiração divina, que guiava a mão do homem imperfeito. Para cada área do conhecimento artístico ou científico existiam as chamadas Musas, todas filha de Zeus, que eram cultuadas em templos chamados Museion .

Nesta sequência Henrique Gonçalves nos apresenta suas versão das nove musas gregas

Tália ou “A que faz brotar flores” — Comédia
Kleio ou “A Proclamadora” — História
Erato ou “Amável” — Poesia
Urânia ou “A Celestial” — Astronomia e Astrologia
Calíope ou “Bela voz” — Eloquência
Melpômene ou “A Poetisa” — Tragédia
Terpsícore ou “A Rodopiante” — Dança
Polímnia ou “A de muitos Hinos” — Música Sacra
Euterpe ou “A doadora de Prazeres” — Música

sobre o autor:

Henrique Gonçalves é protótipo mais bem acabado do arquiteto artista. Suas visões nos levam muito além do além, a lugares onde Hubble e da Vinci bebem uma cerveja para discutir o sentido barroco do existir.
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