“It’s a time machine”

Mad Men é a minha série favorita. Comecei a assistir às vésperas da estreia da segunda temporada, logo depois de trancar a faculdade de publicidade (oh, a ironia). Quando alcancei os episódios inéditos já estava completamente apaixonado, daí em diante foram 7 anos acompanhando religiosamente Don Draper assim que o torrent terminava de baixar.

É difícil explicar o encanto que essa série exerce sobre mim, ao ponto de me fazer chorar copiosamente com um anúncio da Coca-Cola, mas esse também não é meu objetivo aqui. O que pretendo é somente reassistir os 92 episódios e escrever sobre eles. Não que seja preciso criticar as atuações, escrutinar os simbolismos ou elencar o rumo da série, tudo isso já foi feito e a série não mudou desde então, quem mudou fui eu.

Então, com as sete temporadas no Netflix e o Mad Men Caroussel para me acompanhar o que eu vou escrever são (não-)reviews mais pessoais dos episódios: o que eu não lembrava, o que me marcou, o que eu não tinha entendido e o que muda em mim mesmo ao revisitar uma história que já sei como vai acabar.

Mad Men é a minha série favorita.

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