[Parte 5] Saiba os desafios do Recruta Arpex e confira dicas dos participantes

Leia a história da Marcia, participante na edição 2015.2, e saiba como ela, apesar de reprovada, aproveitou o processo ao máximo.

Hoje contamos a experiência da Marcia Kaori, 27 anos, que foi candidata no Recruta Arpex 2015.2. Formada em Engenharia Química na UFSJ, ela atua na área Comercial da Mundipagg, no Rio de Janeiro.

Entenda como foi essa experiência para ela, os principais desafios que viveu e como ela, ao longo do processo, garantiu sua vaga dentro da nossa companhia, mesmo sendo reprovada no Recruta. Temos inúmeros casos como o da Marcia, mais de 200 pessoas já foram contratadas aqui na Arpex advindas do processo.

Quer saber as dicas que ela dá para quem quer também garantir seu espaço no nosso time? Dá uma lida no papo que rolou:

Por que você participou do processo?

Na verdade, eu estava fazendo vários programas de trainee e o Recruta eu vi como uma oportunidade de trabalhar em uma empresa muito legal. Estava fora da minha área química, mas eu acreditava que eu conseguiria usar a parte de engenharia aqui dentro. E quando eu vi os vídeos e fui saber mais sobre a empresa, achei muito bacana. Achei um mundo completamente diferente, trazia uma proposta fora do comum do que a maioria das empresas tradicionais traziam, e eu achei que seria legal de conhecer. Seria uma oportunidade bacana.

O que você achou mais legal no processo?

Eu achei legal porque, tipo, desde o início, eles querem saber muito realmente como a gente é. (…) E ao mesmo tempo, a empresa gosta de mostrar quem ela é também. Então, isso deixava uma coisa bem verdadeira. Dos dois lados, você conseguia enxergar realmente o que o candidato estava querendo e o que a empresa estava buscando.

O que você achou mais difícil e desafiador?

Foi na entrevista, que era individual, que não era uma pessoa te entrevistando. Eu achei pior do que se fosse, sei lá, como é nas outras empresas, que é o diretor da empresa. Porque são um mundo de gente fazendo várias perguntas. Sei lá, 15, 17 pessoas olhando para você, esperando as respostas. Então, eu fiquei muito nervosa, achei a parte mais difícil. (…) Isso, na verdade, eu achei muito positivo porque mostra como todo mundo da empresa que está ali quer te conhecer. Não é só a opinião de alguém, de uma posição maior. Não era só a opinião de alguém do RH ou de uma empresa contratada. Mas é realmente uma equipe inteira de uma empresa, de várias áreas, de vários setores, querendo conhecer cada um que passou para aquela etapa e querendo fazer perguntas. E eu tenho certeza que agora, trabalhando aqui, que depois, quando eles conversam, a opinião de todo mundo é importante na hora de selecionar, sabe?

O que você descobriu sobre você?

Eu descobri que eu estava com mais sede de querer coisa diferente do que querer trabalhar mesmo. Eu vi como uma empresa que preza valores diferentes do que as outras que eu estava acostumada. E eu acho que eu enxerguei que realmente era aquilo que eu queria, sabe? Um lugar em que eu pudesse dar a minha opinião. Ao longo do processo a gente vai vendo isso. Todo mundo importa, todo mundo trabalha junto, cresce junto. E aí eu percebi que eu não estava só procurando um lugar para trabalhar. Até porque antes eu estava muito na dúvida de me inscrever, não tinha nada a ver com a minha área. Depois eu vi que nem era com ´o quê´, era com o ´como´, como conseguir fazer o melhor.

O que o processo mudou em você?

Acho que a gente vai se soltando mais. Apesar de ficar mais difícil ao longo do tempo, em vez de ser uma coisa mais séria, vai começando a ficar mais um bate-papo, e a coisa vai ficando mais natural. (…) Acho que acabou despertando um lado meu que nem eu conhecia, que é esse lado comercial mesmo. Isso foi uma coisa que eu não sabia, não tinha conhecimento nenhum e enxergaram em mim… e eu entrei para a área comercial. Acho que foi a principal novidade.

Que dica você dá para quem está pensando em prestar esta edição?

Cara, se você está mesmo a fim de dar o seu melhor, de querer crescer junto com a empresa, vai com tudo, seja muito sincero. (…) Às vezes, você sendo sincero, sem querer mostrar uma coisa, acontece até o que aconteceu comigo, eles acabam enxergando outra. Não tem pegadinha, não tem enganação, então só vai. Dá o melhor que dá tudo certo

Que mensagem final você deixa?

Se você tem o sonho de fazer parte de uma coisa importante e crescer, vai com tudo que esse é o lugar certo.

Semana que vem seguimos com a entrevista de um dos últimos aprovados no Recruta Arpex: Gabriel Paiva. Ele participou da última edição e dá dicas fresquinhas para você conquistar a sua aprovação no processo. Não vai perder, não é?

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