O famigerado 4–2–3–1 de OGS, e suas variações (inofensivas).

Red Army Brasil
Nov 5 · 2 min read

Desde o início da temporada, Ole vem apostando piamente no seu 4–2–3–1. Que funcionou muito bem nos bons jogos de Mourinho, com bastante movimentação e baseado na marcação individual. Mas hoje os tempos são outros, as vacas andam mais magras e a roda não ta rodando como deveria. Na pré temporada já era notório que iríamos ser reféns das individualidades, mas acreditava-se na evolução gradual, com entrosamento. O esquema que tem como ponto forte a movimentação de um camisa 9 móvel (e bom de bola, o tal do Anthony Martial), para abrir espaço e facilitar as passagens de Daniel James, Marcus Rashford e até de Paul Pogba. Não é atoa, esses 3 tiveram participação em pelo menos um dos quatro gols, contra o Chelsea.

O “x” da questão se encontra no tempo em que os Red Devils passam com a bola, sendo apenas uma vitória na premier league em que tivemos mais a bola que o adversário, o então lanterna Norwich.

Eu aprendi certa vez que uma das funções dos treinadores é a de facilitar, com suas táticas e instruções, o trabalho dos jogadores. E de fato Ole faz isso, ao trabalhar um esquema que facilita e abre os contra-ataques, deixando as defesas abertas e mais espaços para os atacantes. Mas aprendi também, que os treinadores precisam achar soluções quando aparece um problema, e até agora, o treinador me parece carente de ideias.

A única mudança de formação feita por ele, foi para um 5–2–3, empobrecendo ainda mais o fraco meio de campo; espaçando ainda mais o que já estava descompactado; individualizando ainda mais o time que “implora” por um coletivo forte.

Já a defesa, mais segura do que em outras épocas, ainda depende muito da marcação individual, a vantagem é que nessa temporada temos individualidades confiáveis, como Bissaka e Maguire, mas que ainda assim sofrem gols bestas, por termos um duvidoso Lindelof e o querido Young, algo que ficou claro no último confronto contra o Bornemouth.

O meio de campo defensivo não consegue impor a linha de proteção, muitas vezes se misturando com a última linha de defesa, em momentos que deveria estar dando o combate e fechando os espaços.

OGS faz o básico em um time que seria necessário um trabalho fora do comum, já que possuímos muitos jogadores comuns em uma era de transição.

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