Amor mesmo é um filme de baixo orçamento

Pode haver todo o glamour e toda a sorte de acontecimentos pra caracterizar algo afetuoso, majestoso até, eu diria. Em meio ao eu preciso e ao eu devo, um banco de praça já basta.

Sempre há algo que pode tornar um dia ou uma situação mais agradável, isso é irrefutavelmente indiscutível. E, por mais que a frase anterior pareça um pleonasmo, não é. Assim como amar também não é. Uma xícara de café ou ficar conversando na frente de um portão já basta.

Cada vez é mais nítido esse distúrbio de emoções e o marejar nos olhos ao ver as flores, florescendo. Talvez eu esteja errado e essa teimosia ao amor simples e direto e discreto e verdadeiro seja pura tolice. Pedir pra segurar a mão? Que bobagem.

O amor mesmo é um filme de baixo orçamento. Não são os melhores protagonistas, não tem o melhor roteiro, cenário ou produção. A única coisa que esse amor orgulha-se em ter é sua essência, mantida através desses atos e atuações invisíveis aos olhos, mas evidentes ao coração.

Inspirado nos versos de Fabrício Carpinejar, clique e conheça-o (:

Obrigado pela leitura!

Escrito e revisado, com carinho e um abraço acalorado,

Renan Sousa.

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