Débora

Débora descia depressa, divagando dentre diversos dilemas. Dispunha-se de dogmas, detestava desventuras decadentes.

Dança, Débora desejava dançar. Desejava dizer, declamar descobertas diante dezesseis dignos de degustar. Débora detém, desdém.

Débora, Débora. Devia descansar.

Débora desatenta, despedia-se debaixo: das dúvidas discrepantes, das descrenças diárias. Deleitava-se disposta da declaração delicada, Débora delirava.

Diante desse desatino, devesse desmoronar. Discreta, Débora deduziu diversas datas ditas distópicas, descendia de divindades. Deus?

Desproporcional, Débora decidiu dosar destreza, doçura. Diagnosticada doente, Débora divergia.

Despejava diligência, dada devida dinâmica, demasiadamente. Débora desviava desses dardos difundidos de dor.

Dicas despojavam-se de desfecho, Débora digeria. Débora, Débora, débora.

Débora doou determinação, devoção.

Esse texto é antigo, do meu outro medium que acabei excluindo. Desse eu gosto tanto, que merecia um repost. A minha digníssima que me deu a sugestão de criar um texto desse gênero, uma pena não ter salvo o trecho de exemplo que ela deu.

TY.

Like what you read? Give Renão a round of applause.

From a quick cheer to a standing ovation, clap to show how much you enjoyed this story.