5 erros que você NÃO pode cometer ao divulgar seu e-book

Conhecimento é moeda de troca há milênios e as empresas têm percebido cada vez mais que compartilhar conhecimento é muito efetivo para a boa reputação de suas marcas.

Mas de nada adianta compartilhar conhecimento sem saber para onde ele está indo, se está sendo aproveitado e, ainda, se está criando vínculo com seu público-alvo. Quando trabalhamos todos estes pontos, temos uma estratégia chamada marketing de conteúdo. E o marketing de conteúdo, quando feito corretamente, destaca sua marca diante da avalanche de informações com a qual lutamos diariamente e se torna um ingrediente importante para atrair e manter clientes e leads engajados com a sua empresa.

Isso traz crescimento, gera valor e permite que as pessoas criem uma percepção positiva da sua marca. A consequência? Mais vendas e melhor relacionamento com seus atuais e potenciais clientes.

Bonito, não é mesmo?

Pois é, vivemos um momento onde estamos cercados de informação por todos os lados — a avalanche que mencionei anteriormente. A internet torna toda essa informação acessível e coloca as pessoas no controle de qual conteúdo e informação elas querem receber. Enquanto isso nós, profissionais de marketing, comunicação, publicidade, jornalismo e relações públicas, ganhamos uma vida ainda mais desafiadora: está cada vez mais difícil capturar a atenção das pessoas.

E não basta se reinventar. É preciso fazer direito. Pensando nisso, resolvi compartilhar uma experiência que tive aqui na empresa onde trabalho e elenquei 5 erros que você não deve nunca, nunca cometer na hora de trabalhar uma campanha de marketing de conteúdo.

#prestenção:

  1. Não dizer qual é o material. Usei “e-book” no título pois era esse o material que tentávamos distribuir. Mas poderia ter sido um artigo, um infográfico, um vídeo exclusivo, uma animação… Existem diversos formatos para a disponibilização de conteúdo e é importante que seu destinatário saiba o que lhe espera.
  2. Não identificar a empresa que está oferecendo o material. Como o prospect vai saber de quem ele deve lembrar?
  3. Ilustrar a landing page de acesso/download com imagens desvinculadas do interesse do público-alvo. A gente quer que o material seja lido, não quer?
  4. Não disponibilizar campo de e-mail para acesso/download. Captar o lead para quê, mesmo?
  5. Não subir o e-book. Ou o artigo, o infográfico, o vídeo exclusivo, a animação… Oi?

Sim, tudo isso aconteceu de verdade, mas a gente viu a tempo! Ufa! ☺ Agora, fica a lição: qualquer ação de marketing de conteúdo precisa — impreterivelmente — contemplar todos esses itens: identificação do material oferecido e da empresa que o está oferecendo, ilustrações na página de acesso/download com imagens que despertem o interesse do público-alvo, liberação de acesso/download depois do preenchimento dos contatos do prospect e, claro, o material.

Anotou?

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.