Reminiscências do tempo

"Os Sete Afluentes do Rio Ota", de Monique Gardenberg, ressurge 15 anos depois com a tarefa impossível de reacender as melhores memórias do espectador

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Nov 7 · 2 min read
Foto: Lenise Pinheiro

Por Gabriela Mellão

É tarefa inglória a remontagem de um marco do teatro brasileiro. Aconteceu com Rei da Vela, Roda Viva e agora com Os Sete Afluentes do Rio Ota. Além de se haver com a perda de vigor gerado pelo envelhecimento natural dos 15 anos de decolagem, a obra criada pelo diretor canadense Robert Lepage, encenada no Brasil em 2005 por Monique Gardenberg, se vê inserida em um embate com o imaginário do espectador. E não é qualquer imaginário. O confronto se dá com faíscas reminescentes das melhores memórias da plateia. Uma crueldade, por mais que existam qualidades apresentadas na montagem e coerência na justificativa da reedição, caso do Rio Ota.

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A Bravo! olha para as fronteiras do fazer artístico, dá acesso à nova arte, dialoga com os artistas e com o público que consome arte, debate tendências e sonha curadorias.

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