velha história…

não há nada de novo

o que foi abafado e escondido

apenas no clique das voltas

não há nada de recente

nem há descompasso depois de ininterruptos verões

há descargas contínuas da saudade

latejante e permeável

nem espero encontrar novas alcunhas para lhe dedicar

nem espero desenterrar novas pinturas para lhe expressar

nem tomo inquietude por faltar composições em teu nome

não há nada que atinja tal simetria

bom, há…

o que te convida para dançar e navegar

o que toma impulso nas decisões

e há…

saudade e loucuras

e enquanto vive a passagem de estações

há..

a permanência dos sentimentos

sorrimos e sofremos

nosso amor acontece

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