Aquelas meias verdades
Da sinceridade que corta

Dedos. As pessoas eram muito cheias de dedos. Mentiam. Se camuflavam. Demonstravam sentimentos infundados. Levianas. Sorrisos fáceis. Triviais. Políticas.
Eram tantas regras. Eram tantas adequações. Eram tantos padrões. Era resistente.
Sim, Aline era resistente a todo esse tipo de modelagem social. Era ela, apenas ela.
Sinceridade que corta. Muitos querem pessoas sinceras, porém poucos querem ouvi-las. Sinceridade ás vezes nos gera desconforto, mas Aline não se rendia. Entre o desconforto verdadeiro e o falso conforto, ela sempre optava pelo verdadeiro.
Ela talvez não entenda que as pessoas simplesmente não estão prontas para a verdade. E ser verdadeira em um mundo de meias verdades, onde a mentira sustenta a grande maioria das relações é de uma coragem e força irreal.
Quem a via ali parada dizia, “frágil Aline”, mas não tinham dimensão da força que resiste dentro daquele coração.
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