Ela é invisível

Vive na margem da sociedade.
Ela sofre, apanha, chora
Em silêncio
Ela não sabe o que é sair
Cinema, restaurante, bar
São coisas tão distantes
Ela não escolheu essa vida
Ser forte foi uma obrigação
Não uma opção

Ela silenciou suas dores,
Já quase não as escuta mais
Não tem tempo pra sentir pena
De si mesma
Isso não cabe na rotina dela.
Engole o choro
Inconscientemente

Ela não tem amigos
Sair de casa demanda 
Todo um planejamento
E na maioria das vezes
Nada sai como ela queria.
A morte também não é uma opção
Sofrer em silêncio
É apenas um reflexo
Das mazelas
De ser ela


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