
No topo desse prédio
Tudo parece tão calmo
As pessoas tão pequeninas
Lá em baixo
Cuidando de suas vidas
Passageiras
Sem perceber o que
Acontece a volta delas
Vidas vem e vão repentinamente
Todas tão desimportantes
Aqui em cima
O vento frio agita meus cabelos
Ouço a sinfonia da vida urbana
Não consigo mais
Contar minhas lagrimas
Não sinto mais
O orvalho em minha pele
Em algum momento dessa jornada
Me perdi em minha dor
As luzes lá em baixo...
Me atraem
Parecem me guiar
Para um lugar melhor
...Devo segui-las?...
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