“Goodbye” — Ralph Nixon Jr

Pra ti, eu não volto.

Nem me empolgaria que assim fosse.

Nunca fui de esquecer o doce de uma relação que já se findou, antes mesmo de acabar. Pode ir lá, olhar e vislumbrar outras donzelas. Aqui, é coisa de quimera, a qual você não está nem um pouco preparado pra lidar.

Sai daqui, dessa minha vida, ô coiso chato. Tu é quase uma pedra no sapato por cima do qual somos obrigadas a pisar. Pisei tua cara e o terreno gelado e sombrio do teu coração, o farfalhar cinza da sua alma.

Não sei se lá deixei flores. Não sei se por lá esqueci pergaminhos contendo todas as declarações de amor que eu fiz pra você. Acho que devo ter esquecido, também, algum tipo de carinho. Aonde que eu fui me meter?

Só sei que pra ti, mesmo, não volto. Fechei a porta a cadeado suíço. Escolhi por isso, libertar-me para, por óbvio, nunca mais ver-me cativa.

Neca de pitibiriba! Não volto, jamais.

Pois é assim, contumaz, aquela vontade que eu tenho de me pertencer.

E quanto mais eu rezo, é pra obedecer à essa vontade doida de não me deixar doer, caída, atirada no chão.

Ê-ê.


Oi, eu sou a S. Paiva e sou advogada e escritora recém-contratada pela Editora Brasiliterário. Não perca meus textos, curtindo a minha página no Facebook, seguindo meu perfil no Instagram ou assinando minha Newsletter, este para receber textos exclusivos e novidades semanalmente direto na sua caixa de entrada!


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