Quando a saudade faz um bem danado
Em tarde de cheiro empoeirado
onde a grama dançava e zumbia,
um sorriso acarinhava meus ouvidos
ao trazer lembranças mandadas pela saudade
que dizia ser boa companhia.
Soprava e sorria,
trazia movimento aos cabelos
quando o vento batia.
Cantava a saudade o bem que fazia
e que a falta era o sentimento que doía.
Daí uma porta do coração se abria,
estendia o tapete pra saudade
que, se boa lembrança trazia,
não devia ser dor que corroía.
Entrava a saudade,
se alojava, de tão bem vinda
ficava à vontade
trazia coisa tão boa da vida
que quando partia
minha mente em silêncio pedia
"Deixa pra ir mais tarde
por agora, fica."
Gostou? Clique nos aplausos — eles vão de 1 a 50 — e deixe seu comentário!
Siga nossas redes sociais: Facebook | Twitter | Instagram
Se inscreva em nosso canal no YouTube!
Divulgue seus textos e participe do nosso grupo oficial no Facebook
Conheça nossas revistas digitais!

