Sobre sentimentos: Capítulo 2— Um ponto de vista mais pessoal sobre o amor

Sobre como eu, você, Shakespeare e outros nomes enxergam o amor

Filme: Brilho eterno de uma mente sem lembranças

Com certeza a sua visão de amor é um pouco diferente da minha. Talvez você veja o amor como um sentimento para duas pessoas, ou mesmo um sentimento que não se limita em números. Talvez você pense que não existe amor em SP, ou mesmo sinta o amor em cada esquina. O que realmente importa é perceber que há diversas formas de amor e diversas formas de encarar essa variedade.

Como visto anteriormente, durante a história da humanidade houveram muitas tentativas de definir o que é o amor. Tivemos filósofos como Platão, religiões como o judaísmo e até mesmo psicólogos e sociólogos lançando mão das palavras para falar do sentimento mais difundido e complicado da atualidade. Por mais que tenhamos nomes de peso falando sobre o amor, nossas experiências pessoais criam uma atmosfera única e nos dão um significado totalmente diferente do que as outras tiveram.


Shakespeare falou sobre o amor em várias obras. Uma definição que mais me chamou a atenção, foi em Como Gostais, onde ele define o amor como loucura. Possivelmente, Shakespeare não está errado.

Algumas pessoas definem a sensação de sentir amor como “borboletas no estômago”. Já outras definem como uma saudade inquietante, que só para quando as duas pessoas estão ali, um do lado da outra, e logo volta quando a despedida ocorre.

Independente da sua definição pessoal de amor… Cá entre nós: borboletas no estômago e saudade infinita tem seu toque de loucura.


Trocando o viés sobre o amor, temos o famoso escritor francês Marcel Proust, que disse:

O amor é subjetivo. Nós não amamos pessoas reais, mas sim aquelas que criamos na nossa mente

Tal afirmação tem lá seu sentido, ainda mais quando pensamos sobre idealizações de relacionamento e expectativas, que são duas coisas quase impossíveis de controlar. Quem aqui nunca criou grandes expectativas antes mesmo do primeiro beijo? É completamente natural fazer isso, não há com o que se envergonhar. Partindo desse princípio, o pensamento de Proust sobre o amor faz todo o sentido.

Há outros atores que defendem que não amamos pessoas, sim os sentimentos que elas nos proporcionam. Essa ideia flerta com a ideia de Proust. Afinal, criamos e maquiamos relacionamentos em nossa cabeça buscando ter sentimentos melhores. Preferimos fingir que certos problemas não existem para potencializar o bem estar que sentimos ao lado daquela pessoa. Mentimos para nós mesmos para nos fazer bem.


Mesmo que grandes nomes tenham suas opiniões pessoais sobre o amor, podemos notar algumas semelhanças entre elas. É claro que todos pensem que o amor é um sentimento que busca o bem. Seja o nosso bem, o bem do companheiro ou um bem mútuo. Também podemos perceber que em todas as opiniões o amor é visto como algo bom, que deve ser defendido e alcançado.

E nisso todos nós temos que concordar: buscamos no outro motivos para ficarmos bem. Tentamos ao máximo criar um ambiente seguro, onde nossos sentimentos estão protegidos dos problemas do mundo e podemos repousar a cabeça no travesseiro, abraçar um outro ser e simplesmente esquecer o mundo.

A esperança é o bastão dos namorados — William Shakespeare


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