A revolução bate à sua porta

Apresentamos 21 pontos de inflexão tecnológicos cuja previsão de implementação é até 2025

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Jul 3, 2017 · 6 min read
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Imagem: Fotolia

Rico Machado e Jonathan Camargo

Os 21 pontos de inflexão tecnológicos que apresentamos têm como base nos estudos publicados por Klaus Schwab no livro A quarta revolução industrial (São Paulo: Edipro, 2016). Os percentuais apresentados, sobre a expectativa de pontos de inflexão, são baseados na referida obra.

Mudança 1: Tecnologias implantáveis

Ponto de inflexão: o primeiro telefone celular implantável e disponível comercialmente.

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Vídeo: RFID ( Radio-Frequency IDentification) é uma tecnologia capaz de identificar dados em etiquetas RFID através de radiofrequência.

Mudança 2: Nossa presença digital

Ponto de inflexão: 80% das pessoas com presença digital na internet.

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Infográfico apresentado no relatório global de acesso à internet de 2015, em tradução livre.

Mudança 3: A visão como uma nova interface

Ponto de inflexão: 10% de óculos de leitura conectados à internet.

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Mudança 4: Tecnologia vestível

Ponto de inflexão: 10% das pessoas com roupas conectadas à internet.

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Mudança 5: Computação ubíqua

Ponto de inflexão: 90% da população com acesso regular à internet.

A noção principal por trás da ideia de Computação Ubíqua é zona comum entre a Computação Móvel e a Computação Pervasiva.

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Mudança 6: Um supercomputador no seu bolso

Ponto de inflexão: 90% da população com smartphone.

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Apesar do projeto ter um grande potencial, a Google anunciou seu desligamento ao projeto ARA em setembro de 2016. Esse parece ser um claro exemplo de que devemos ter certa cautela ao entusiasmo tecnofilista.

Mudança 7: Armazenamento para todos

Ponto de inflexão: 90% das pessoas com armazenamento ilimitado e gratuito (financiado por propagandas publicitárias).

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Mudança 8: A internet das coisas e para as coisas

Ponto de inflexão: 1 trilhão de sensores conectados à internet.

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Mudança 9: A casa conectada

Ponto de inflexão: mais de 50% do tráfego da internet consumida nas casas para os aparelhos e dispositivos (não para o entretenimento ou a comunicação).

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Mudança 10: Cidades inteligentes

Ponto de inflexão: a primeira cidade com mais de 50 mil pessoas e sem semáforos.

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Mudança 11: Big data e as decisões

Ponto de inflexão: o primeiro governo a substituir o censo por fontes de big data.

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“O vigilantismo assim implantado visa à coleta massiva de dados de todo tipo, não só para monitoramento, mas principalmente, em última instância, para instrumentar com eles o controle de valores, motivações e vontades abrigados ou desenvolvidos por indivíduos, através da manipulação ativa de nossa percepção da realidade”. Entrevista com Pedro Rezende.

Mudança 12: Carros sem motorista

Ponto de inflexão: carros sem motoristas chegarão a 10% de todos os automóveis em usos nos EUA.

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Para Ludmila Costhek Abílio, a lógica do Uber expõe algo obscurecido: as novas tecnologias atualizam uma deterioração das relações trabalhistas iniciada há tempos. Confira a entrevista com Ludmila Costhek Abílio.

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A Revolução 4.0, a internet das coisas, a inteligência artificial e a impressão 3D já impactam e cada vez mais abalarão os fundamentos da organização do mundo do trabalho na contemporaneidade. Esta grande mutação significará um avanço civilizatório ou radicalizará a barbárie?

O debate assume maior urgência e densidade no momento em que o Brasil vive um momento de regressão civilizatória claramente delineada na proposta governamental da reforma previdenciária e da reforma trabalhista, tendo como palavras de ordem flexibilização, precarização e terceirização, que objetivam devastar o campo dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras.

Mudança 13: A Inteligência Artificial (IA) e a tomada de decisões

Ponto de inflexão: a primeira máquina com IA a fazer parte de um conselho de administração.

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O risco da automação para os empregos nos países em desenvolvimento está estimado em 55% a 85%, de acordo com estudo feito em 2016 pela “Martin School and Citi”, da Universidade de Oxford.

Mudança 14: A Inteligência Artificial (IA) e as funções administrativas

Ponto de inflexão: 30% das auditorias corporativas realizadas por IA.

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Mudança 15: Robótica e serviços

Ponto de inflexão: o primeiro farmacêutico robótico dos EUA.

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Mudança 16: Bitcoin e blockchain

Ponto de inflexão: 10% do produto interno bruto mundial (PIB) armazenado pela tecnologia blockchain.

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“Eles estão (bancos, grandes países, corporações) testando o Bitcoin. Eles querem saber como vão controlar uma moeda que é incontrolável”. Entrevista com João Carlos Caribé.

Mudança 17: A economia compartilhada

Ponto de inflexão: globalmente, mais viagens/trajetos por meio de compartilhamento do que em carros particulares.

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O economista norte-americano Jeremy Rifkin, propõe em sua obra intitulada Sociedade Com Custo Marginal Zero (M Books, 2015) o enfraquecimento do atual modelo capitalista a partir da acensão da economia compartilhada, potencializada pelas inovações tecnológicas. Rifkin aponta a redução até praticamente zero dos custos marginais, que são os custos de produção e distribuição de bens e serviços.O IHU publicou a reportagem O futuro do capitalismo: uma sociedade com custo marginal zero sobre o livro.

Mudança 18: Os governos e o blockchain

Ponto de inflexão: primeira arrecadação de impostos através de um blockchain.

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Mudança 19: Impressão em 3D e fabricação

Ponto de inflexão: produção do primeiro carro impresso em 3D.

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“O que Schwab chamou atenção é que estamos passando por uma revolução histórica sem tempo para nos adaptarmos” . Destaca Élcio Brito da Silva

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Um fator importante a ser levando em conta é que o processo evolutivo humano sempre foi muito acelerado. Se considerarmos mesmo a evolução da espécie sapiens, como aponta Yuval Noah Harari, em Breve história da humanidade (Porto Alegre: LP&M, 2017), nós evoluímos a uma velocidade tão grande, que mesmo sendo mais fracos fisicamente a outras espécies, ocupamos o topo da cadeia alimentar a uma velocidade tão grande que as demais espécies não conseguiram criar mecanismos naturais efetivos de proteção. Isso se deve à nossa capacidade ímpar de cooperarmos com estranhos (ainda que nem sempre por motivos nobres).

Mudança 20: Impressão em 3D e saúde humana

Ponto de inflexão: o primeiro transplante de um fígado impresso em 3D.

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Mudança 21: Impressão em 3D e produtos de consumo

Ponto de inflexão: 5% dos produtos aos consumidores impressos em 3D.

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A velocidade com que a acessibilidade a tecnologias emergentes cresce, permite imaginarmos mutações na lógica de produção. A impressão em 3D facilita e diminui custos de produção, na mesma proporção em que elimina postos de trabalho.

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