Séries para ver, RPG para jogar!

Teve D&D em True Detective 3, no ano de 1980 uma referência ao jogo no quarto do menino de 12 anos que desapareceu. Pelo jeito a série vai falar do pânico satânico dos anos 80, que não atingiu apenas o RPG, lá está também uma referência ao Black Sabbat. Apesar de ser uma referência genial, Leng é um platô para Lovecraft, mas é um monte coisas que vai de Stephen King a Game of Thrones, todos em homenagem ao HP. Ao que parece a referência vai ter a ver com a Torre Negra mesmo, coisa que eu não conheço bem.

The Forests of Leng, uma aventura de AD&D que não existe…

Outra coisa que tenho falado pras pessoas assitir chegou essa semana ao Netflix: Titans. Vocês sabem que eu sou bem mais fã da Marvel, mas nem sempre foi assim. Entre 1980 e 1986, enquanto me aventurava pelo interior de Minas Gerais com meus pais, meu pai assinava todas as revistinhas para mim, como forma de expiar a culpa que ele sentia pela cidade onde a gente morava não ter sequer uma livraria.

Bem, logo antes do Batman fazer arcos de histórias incríveis, e dos X-men estourarem minha imaginação, esses eram meus heróis preferidos. O segundo escalão dos heróis, com suas próprias histórias e problemas. E apenas para os nerds, eu sei que o Robin dark não é o Dick Grayson, mas essa é a primeira vez que ele vai estar no Titans, e o primeiro é ele. Nenhum problema usar as melhores histórias de uma vez. Alguém falou sobre a diferença entre Marvel e DC, se você fizer isso direito: Marvel é uma violência marota, espetacular… DC é violência deprê, apanhar de pai bêbado, sabe? E essa é a primeira vez que fazem isso de verdade.


Meu novo melhor amigo do RPG, Tiago Rolim, está desenvolvendo uma campanha por aqui também, e vocês deviam seguir ele. É puro pornô geek, porque ele não tem vergonha de mostrar o que está por trás do escudo, e como ideias simples podem ser geniais, como o desenho das letras do nome dele como ruas da favela pós-medieval. Já tem dois posts!


Eu estive em Angra nesse começo de ano, a cidade no Rio de Janeiro, e é genial para pensar como funciona um arquipélago ou um covil de piratas. As pessoas vão e voltam o tempo todo, e você atravessa uma ilha rapidamente para chegar a outra baía ou praia igualmente desertas/povoadas diferentemente.

O principal é que existem muitos tipos de barcos e usos para eles, além das armas da profissão, arpões, cordas, redes, remos. Se você quer tornar as coisas reais, faça o galeão lançar âncora e surpreenda todo mundo com os botes menores que devem ser remados até a praia. Acreditem, é bem difícil fazer isso e não se molhar.