Sou(L)

Sinto a terra, ela é fria

Sei sobre o ar, não se faz notar

A água é volúvel, vai como lhe convém

E as pedras, inertes enquanto o mundo gira

Sou fogo. Ardo, inflamo, queimo

Que em sua intensidade inerente brilha, fascina

Indomável, alimenta e destrói, mas aquece e ilumina

Abraço de vez minha essência, meu ser

Consciente do cuidado de conter labaredas

Que não deixe cicatrizes em mim, nem nos outros

Mas que esteja presente quando precisarem de calor e luz

É a sina do fogo, ser vida e morte, início e fim

É a sina do fogo, ser eu, ser você

E não sejamos o que não somos

Sejamos você e eu


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