Mas… o que é Economia Criativa?

A Economia Criativa está sob forte discussão e transformação dinâmica. Muitos estudos demonstram a sua utopia convivendo simultaneamente com uma incidência marcante e crescente em negócios de perfil criativo.
Nós da SCULPT//co já estamos bastante habituados com esse “universo de possibilidade”, mas sabemos que é preciso dar um passo atrás e trazer o assunto para fora do nosso círculo. E para introduzir alguns conceitos iniciais sobre essa tão falada Nova Economia, vamos compartilhar nessa postagem partes de um ebook escrito e disponibilizado pela Vereda Criativa, uma escola criativa de Caxias do Sul focada em proporcionar experiências de aprendizado para negócios.
Economia Criativa? 🤔
O termo economia criativa faz referência à atividades que lidam com criatividade, conhecimento e informação. E para se ter um entendimento melhor sobre isso, é importante ter em mente a combinação entre criação, produção e a comercialização de bens criativos de natureza cultural e de inovação para estruturar empresas e negócios, já que existe uma dependência do talento e da criatividade para efetivamente existirem.
Entrando mais a fundo…
A Economia Criativa compreende as atividades nas quais a criatividade e o capital intelectual são as matérias primas para a criação, produção e distribuição de bens e serviços. O conceito é de John Howkins, escritor britânico responsável por popularizar o termo em 2001 com a publicação do livro The Creative Economy — How People Make Money From Ideias.
Para ficar mais fácil entender, basta pensar em áreas como Design, Jornalismo e Moda, que praticamente não existiriam sem a capacidade criativa dos profissionais. Embora Howkins tenha aplicado o conceito a 15 indústrias relacionadas com criatividade cultural e inovação, não existe um consenso sobre quais áreas compõem a Economia Criativa. Elas mudam de acordo com cada estudo e, principalmente, com os mercados locais. — Vereda Criativa
Além disso, podemos afirmar também que o segmento não está presente apenas em empresas exclusivamente com um foco criativo. Existem muitos profissionais do ramo que estão distribuídos em praticamente todos os outros setores antagônicos. Isso é causado pela integração e choque recorrente destes dois mundos. Portanto, quando não estão necessariamente em suas áreas, ainda assim encontram em sua criatividade o principal elemento do seu trabalho. Enquanto isso, o setor da Nova Economia por si só cresce com muita rapidez e o número de profissões e oportunidades também.

Outras características que ajudam na definição são a intangibilidade — o que significa bens que via de regra não podem ser tocados mas que possuem valor intelectual e comercial — e a propriedade intelectual — que é o conjunto de proteções, como copyrights e patentes, que ajudam a identificar o valor comercial da obra ou atividade. — Vereda Criativa
Existe uma tendência crescente onde simbólico ou intangível consegue definir o valor de um bem ou serviço. O setor criativo é um importante formador de inovação econômica e social porque o setor tem grande potencial de impactar outras áreas com soluções práticas e econômicas.
A Nova Economia tem o potencial de impactar de forma positiva a economia global, em termos de inovação, produtividade, geração de empregos, conhecimento e identidade cultural. Profissões que participam do segmento costumam ser bastante procuradas por estimularem talentos individuais e buscarem soluções para problemas globais. Além de gerar empregos qualificados e renda, os setores criativos conversam com outras áreas da economia, agregando valor e competitividade a produtos e serviços. Como já dissemos, o setor está em constante crescimento, portanto, se você deseja entrar de cabeça nele, tem bons motivos para fazê-lo. 😁
