30 coisas que eu aprendi escrevendo todos os dias no Medium por um mês.

Começa assim. Imagem daqui.
  • Que bons títulos são curtos.
  • Que escrever requer muito planejamento. Até pros textos mais simples.
  • Que um dia só não é suficiente para planejar algo de bom para escrever, mesmo que você só escreva da vida.
  • Que pessoas ainda são a melhor fonte de inspiração para qualquer texto. Para o bem ou para o mal.
  • Que histórias precisam de começo, meio e fim, mas você pode escolher contar apenas o fim. Ou só o meio. Nunca apenas o começo.
  • Que você precisa pedir por feedback se quiser recebê-lo.
  • Que receber feedback faz você querer continuar escrevendo, mas não deve ser a única coisa que te motiva.
  • Que mesmo da tristeza é possível sair alguma arte.
  • Que só a doença me tira a capacidade (e não a vontade, veja bem) de escrever, e por isso, eu vou cuidar melhor da minha saúde daqui pra frente.
  • Que meu uso de vírgulas varia de acordo com o meu humor naquele dia.
  • Que me forçar a escrever todos os dias tornou o meu lado criativo mais treinado, mais desperto. Tenho ideias com mais facilidade. A toda hora.
  • Que um gravador faz milagres por essas ideias. Sou grata às voice notes do meu iPhone por muitos dos textos que saíram aqui.
  • Que foco é tudo na vida de um escritor. Desligar todas as distrações e sentar para escrever é o único jeito de entregar.
  • Que trocar com outras pessoas que também estão escrevendo é fundamental para se desenvolver. Descobri nos últimos dias que pela tag Medium Brasil consigo achar outras pessoas escrevendo em português e todo um universo se abriu. Quero seguir todo mundo, saber sobre o que estão falando, como estão escrevendo, o que estão testando.
  • Que nunca é tarde pra começar, mas droga, como eu queria ter começado antes. Todo o meu drama e corações partidos da adolescência teria rendido textos incríveis.
  • Que voltar e reler pra editar é ótimo, mas precisa existir um limite.
  • Que deadlines ainda são a minha melhor motivação.
  • Mas que começar a escrever faltando quinze minutos para a meia-noite certamente vai impactar a minha qualidade e se o propósito desse exercício era melhorar, então porque diabos estou me autosabotando?
  • Que posts com números no título são ridículos. O que eu tinha na cabeça quando achei que realmente teria 30 coisas a dizer a respeito dessa experiência?
  • Que a página de Stats não significa nada.
  • Que mais legal do que o coraçãozinho seria se as pessoas comentassem algo. Eu sempre acho que certas partes do texto ressoam mais em algumas pessoas do que em outras. Então, gosto de saber o quê chamou mais a atenção de quem e porquê. A individualidade é afrodisíaca.
  • Que talvez eu precise de outra publicação intermediária apenas para contos em que eu possa trabalhar por mais tempo. Soltar algo a cada mês, talvez, explorando mais o desenvolvimento de personagens, conflitos, e etc. Mais ficção e menos diário.
  • Que eu vivi mais coisas legais do que realmente consigo me lembrar, mas quando faço um esforcinho, percebo que o que rolou até aqui é riquíssimo em inspiração. Obrigada, vida.
  • Que ainda existem trilhões de formatos que eu preciso experimentar.
  • Que sentar pra escrever todo dia me tornou mais rápida para engatar a escrever e me fez ter menos medo do bloqueio criativo.
  • Que quando você assume um compromisso e o cumpre, a sensação é de ser invencível.
  • Que escritores adoram textos sobre escrita. Ou sobre escritores. É como posts de designers sobre designers, existe uma infinidade deles.
  • Que eu preciso de mais vocabulário.
  • Que agora que eu sei que consigo escrever, eu preciso disso mais do que nunca.
  • Que eu não vou parar.
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